Pedro Burgos explora a construção e a cidade num conto em banda desenhada.

  • Pedro Burgos explora a construção e a cidade num conto em banda desenhada.

  • Na programação paralela à Bienal de Veneza, a antológica do pintor Philip Guston é uma das melhores exposições que decorrem ainda na cidade italiana.

  • As muitas formas de considerar o corpo – da performance à auto-representação ou à instalação – é o grande tema da Bienal de Veneza. Esse corpo é sempre político, para o melhor e para o pior.

  • Em locais diferentes, em contextos diversos, José Pedro Croft e Leonor Antunes são os dois portugueses presentes na Bienal de Veneza.

  • A nostalgia evocativa de um amor de juventude: O Verão de Sangaile é um filme melódico, escorreito, num tom menor tão franco que toda a simpatia é permitida.

  • Toda a revolução rock nova-iorquina do início da década de 2000 que pôs as guitarras e Nova Iorque de novo na agenda em livro: seis centenas de páginas, em registo de história oral. Pouco antes de os LCD Soundsystem voltarem aos álbuns.

  • A realização telefilmesca percebe bem que o segredo de Nunca é Tarde para Amar está no par de actores a trabalhar em conjunto: Diane Keaton e Brendan Gleeson.

  • Todd Solondz continua fiel aos propósitos da sua obra: retrato das misérias culturais, sociais e emocionais americanas: Wiener Dog.

  • De 17 de Agosto a 13 de Setembro, o Espaço Nimas recebe um compacto de 23 filmes do cineasta sueco – toda uma educação cinéfila.

  • Ao recuperarem as referências que primeiro lhes colocaram uma guitarras nas mãos, André Fernandes, Nuno Costa e João Firmino deram uma folga ao jazz para montarem três grupos de pop/rock: Spill, Saga Cega e Cassete Pirata. Mais do que brincadeiras pontuais, três bandas a pedir justa atenção.