Caminhar ensina a lentidão – e isso muda-nos a vida, diz Frédéric Gros

Caminhar foi um best-seller que surpreendeu França e chega agora a Portugal. É um elogio do acto de caminhar e da sua potência filosófica e política.

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Caminhar tem "grande profundidade filosófica" porque permite "mergulhar no mistério da presença" Gabriela Gómez
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Foi Mateo que ensinou Frédéric Gros a caminhar. O que Mateo, então com mais de 75 anos, ensinou a Frédéric, que estava na casa dos 20, foi a “arte da lentidão”. Num caminho íngreme nos Alpes italianos, o agora filósofo aprendeu que “caminhar não é um desporto, devendo ser entendido muito mais como um exercício espiritual”. Não é performance, uma questão de “pontuação” ou de “andar muito depressa”: é “aprender a respirar o corpo e a paisagem”.

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