Chamava-se Marengo e o seu esqueleto está a ser remontado para regressar às galerias do National Army Museum, em Londres, cuja reabertura, inteiramente renovado, está prevista para a Primavera. Os arquivos dizem que ele nunca existiu, mas isso parece absolutamente irrelevante.

  • Chamava-se Marengo e o seu esqueleto está a ser remontado para regressar às galerias do National Army Museum, em Londres, cuja reabertura, inteiramente renovado, está prevista para a Primavera. Os arquivos dizem que ele nunca existiu, mas isso parece absolutamente irrelevante.

  • Pela primeira vez desde que existem estatísticas, os museus nacionais foram mais visitados por estrangeiros do que por portugueses – situação que deveria fazer tocar todas as campainhas de alarme e não ser quase que ignorada, em ambiente de “sempre em festa”.

  • Quarenta obras do museu de Milão tiveram de ser protegidas com papel de seda e algumas foram mesmo para restauro.

  • No fim de 2016, o ministro da Cultura prometera abrir concurso para 40 cargos dirigentes da DGPC. O processo está agora em curso e já mereceu alguma contestação.

  • Um dos maiores museus dos Estados Unidos é o tubo de ensaio daquilo que poderá ser a nossa futura relação com estes espaços, transformando cada visita num jogo de realidade aumentada – à Pokémon Go.

  • Depois das hipóteses São Francisco e Chicago e de um processo turbulento, foi anunciada esta terça-feira a decisão de construir o Museu George Lucas da Arte Narrativa na cidade californiana. A colecção terá mais de dez mil peças (incluindo, claro, as relativas a Star Wars).

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