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Vasco Câmara
Jornalista
Foi depois de ter entrado pela casa que Gloria Swanson teve em Sintra, onde vi junto à piscina um animal empalhado, que me deixaram, aqui no PÚBLICO, meter as mãos no cinema. Isto foi no início deste projecto jornalístico. Eu fui um dos 25 estagiários admitidos depois de um curso de meses que começou com 500 candidatos de todo o país. Após a história da estrela dos anos 20 que vinha descansar perto da praia das Maçãs, alguém me disse: “Faça as malas, amanhã vai para Cannes”. E foi, no ano do fósforo a arder no ecrã gigante do Palais des Festivals, o ano de “Wild at Heart” de Lynch. Se não fossem os filmes não saberia o que estaria a fazer aqui – e isso é verdade para o bigger picture: sem os filmes não saberia o que fazer.
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Subitamente num Verão suado: Alain Delon e Romy Schneider, Cuba livre e Sternberg Em resposta a Zapata
É sim senhor
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O tradutor de Homero não quer ver <em>A Odisseia</em>. Porquê, Frederico Lourenço? Em resposta a machoalfa
Mas essa é uma das questões : é que nem o Ben- Hur! Saudades do Ben Hur ou de A Queda do Imperio Romano. Isto é o cinema do século XXI.
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É verdade, tem razão. E há outros. Não era possível elencá-los todos. A ideia, aliás, não era fazer uma lista (mais ou menos) exaustiva. Antes, contruir uma narrativa. Mas obrigado pela sugestão
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mas haverá uma versão mais curta da retrospectiva no Porto, como está indicado no texto. Não é, evidentemente, "integral"
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na verdade, queixamo-nos e devemos fazê.lo. Mas somos privilegiados em relação a outros países - Inglaterra, Itália, Espanha - que são muito mais fechados às descobertas. Os nossos distribuidores/exibidores "independentes" são voluntariosos
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Totalmente de acordo. Vai ser uma possibilidade de revisitação e, quem sabe, de reavaliação
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Onde pára o cinema político? Três dias para começar a recuperar a nossa memória Em resposta a Zapata
Exactamente. Como alguém dizia : “estive em tanta coisa, não sei se estive nessa”
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Onde pára o cinema político? Três dias para começar a recuperar a nossa memória Em resposta a Zapata
Terá toda a razão; como alguém disse: "estive em tanta coisa, não sei se estive nessa"
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O "monstro" não era o Lucas; o "monstro" foi, na perspectiva dela, Guerra das Estrelas. Sobre o amargo de boca: sim, ela ficou amargurada. Não há como contornar isso
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<em>Fjord</em>, de Cristian Mungiu, vence a 79.ª edição do Festival de Cannes Em resposta a Pedro Morgadinho
O Sjoberg ganhou de facto duas vezes o Grand Prix, por Torment e por Miss Julie. Em 1946 e em 1951. Na altura não se chamava, ao prémio principal, Palma de Ouro, mas era o prémio principal. Por isso ele é incluído na lista dos, agora, 10






