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Vasco Câmara
Jornalista
Foi depois de ter entrado pela casa que Gloria Swanson teve em Sintra, onde vi junto à piscina um animal empalhado, que me deixaram, aqui no PÚBLICO, meter as mãos no cinema. Isto foi no início deste projecto jornalístico. Eu fui um dos 25 estagiários admitidos depois de um curso de meses que começou com 500 candidatos de todo o país. Após a história da estrela dos anos 20 que vinha descansar perto da praia das Maçãs, alguém me disse: “Faça as malas, amanhã vai para Cannes”. E foi, no ano do fósforo a arder no ecrã gigante do Palais des Festivals, o ano de “Wild at Heart” de Lynch. Se não fossem os filmes não saberia o que estaria a fazer aqui – e isso é verdade para o bigger picture: sem os filmes não saberia o que fazer.
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verdade
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Entre <em>O Diabo Veste Prada</em> e <em>Divina Comédia</em> fazemos a nossa escolha Em resposta a Carolina12
yes you can :)
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já fui. Lava a alma e lava o resto. Chama-se Divina Comédia. Só continua sujo quem quer. Cumprimentos .)
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Leni Riefenstahl “mentia de forma incontinente. É um modelo para as <em>fake news</em>” Em resposta a pvc
Deve estar a confundir Estaline com Lenine (1870-1924). São períodos diferentes da História soviética. Estaline governou até ao fim da sua vida, 1953
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Paul Thomas Anderson: de batalha em batalha até aos seis Óscares finais Em resposta a Laura Rosa Castelo Branco Paiva
Sabe, cara leitora, o conceito de fake news?
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é verdade, só tem costa oriental. Eu sei, porque até nasci nela. Um lapso, as minhas desculpas. (e foi para o Barthes gostar)
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Não percebo, no seu texto, se antecipa que o cinema ou a política se ofendam. Da língua portuguesa liberta-se às vezes algo figurado, simbólico ou alegórico. É uma liberdade. "O termo 'esquizofrénico' em sentido figurado descreve situações, comportamentos ou organizações marcados por uma forte contradição, incoerência ou divisão...". É isto, apenas isto. A leitora não aprova. Tem todo o seu direito
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o verbo zombar é um verbo da língua portuguesa
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Tudo se deve a uma questão de disponibilidade de datas e de programações. Mas uma coisa é certa: o cinema português teve sempre validação internacional no lugar do interesse, ou da curiosidade, nacional. Essa esteve sempre em falta. Mas esse é um problema muito nosso - dos espectadores
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eu é que lhe agradeço






