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Vasco Câmara
Jornalista
Foi depois de ter entrado pela casa que Gloria Swanson teve em Sintra, onde vi junto à piscina um animal empalhado, que me deixaram, aqui no PÚBLICO, meter as mãos no cinema. Isto foi no início deste projecto jornalístico. Eu fui um dos 25 estagiários admitidos depois de um curso de meses que começou com 500 candidatos de todo o país. Após a história da estrela dos anos 20 que vinha descansar perto da praia das Maçãs, alguém me disse: “Faça as malas, amanhã vai para Cannes”. E foi, no ano do fósforo a arder no ecrã gigante do Palais des Festivals, o ano de “Wild at Heart” de Lynch. Se não fossem os filmes não saberia o que estaria a fazer aqui – e isso é verdade para o bigger picture: sem os filmes não saberia o que fazer.
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Exclusivo Cinema
NAZA, uma janela sem esperança sobre a noite israelita e a banalidade do mal
Uma investigação de 2023 que pôs a falar ex-funcionários israelitas do sistema de morte em Gaza torna-se um belo exercício de cinema. As torres iluminadas de Telavive como arquitectura do silêncio.
Vasco Câmaraem Veneza -
Exclusivo Cinema
DAU: como eles não pararam de se preocupar e não passaram a amar a bomba
Quando as mentes brilhantes da física são interceptadas pela política totalitária: um filme fascinante de Ilya Khrzhanovsky, como uma anacrónica grande produção dos tempos do degelo soviético.
Vasco Câmaraem Veneza -
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Exclusivo Cinema
Nanni Moretti e a sua elegante sofreguidão, ao fim destes anos, para fazer diferente
Veneza acolheu Succederà questa Notte. Diz Moretti que quer fazer diferente do que fazia. Aos 73 anos, eis um filme pleno de anseios, e de uma elegante sofreguidão. Para concretizar. Ou falhar.
Vasco Câmaraem Veneza -
Exclusivo Cinema
Derek Jarman, príncipe valente: a política e a sexualidade na era de Edward II
No dia dois do Festival de Veneza, a Inglaterra de 1991 numa tragédia do século XVI: um cineasta político, queer e nobre em rodagem. Já Paul Schrader continua a filmar os que se escondem em máscaras.
Vasco Câmaraem Veneza
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Borges e o infinito: o maior acontecimento de Veneza é um filme de Mariano Llinás Em resposta a Jorge
curiosa a sua observação porque "nasci quatro meses antes do século XX" é uma frase do filme, citando Borges.
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<em>NAZA</em>, uma janela sem esperança sobre a noite israelita e a banalidade do mal Em resposta a gabriela nicolau.1551653
Eu é que agradeço
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<em>DAU</em>: como eles não pararam de se preocupar e não passaram a amar a bomba Em resposta a Ninguém
Basta ler, não o Guardian mas as declarações do realizador, no seu facebook e na imprensa. Ainda ontem, aqui em Veneza, explicou qual a verdadeira contribuição (segundo ele), do Andoniev.
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O senhor é que está a tropeçar: o livro, sim, é de 1993, como está escrito no texto; e a palavra Império era proibida, sim, na URSS. Testemunha o próprio realizador do filme, Seguei Loznitsa, nascido na URSS. As suas dúvidas são, portanto, ligeiras, e at+e insondáveis, senhor leitor. Leia por isso o texto. Eu li o livro. E vi o filme
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Já agora, e pura curiosidade: porque é que não suporta cinema ?
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mas ele diz porquê: a seguir o Tarkowski morre. Quando se encontraram, ele estava já a filmar O Sacrifício.
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As <em>gracias a la vida</em> de John Malkovich, depois de ter matado tantos Em resposta a Artur Costa.1053474
O jogo da insinuação é só cobardia, é o dito como não-dito. Também tenho saudades dos espectadores que sabiam ver e ler e comentavam a propósito. Sobre os filmes não americanos : o realizador do filme com o Malkovich é britânico; e o Clooney não apresentou nenhum filme
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As <em>gracias a la vida</em> de John Malkovich, depois de ter matado tantos Em resposta a Artur Costa.1053474
uma pena não ler os textos, ficar pelos títulos e não saber do que realmente se fala. É o "leitor" em tempos de redes sociais
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Se ler, coisa que alguns comentadores raramente fazem, encontra a resposta
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Há 100 novos títulos na Filmin. Excepção! Sem levantar o rabo, grande cinema Em resposta a Pedro Casimiro
Obrigado, Pedro






