Seminário internacional traz responsabilidades acrescidas, mas também uma maior visibilidade, àquela que é a 17.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira

  • Seminário internacional traz responsabilidades acrescidas, mas também uma maior visibilidade, àquela que é a 17.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira

  • Como é sabido, a vida do homem branco nos Estados Unidos é uma narrativa carregada de dificuldades. Com todo o sarcasmo que se adivinha, Paul Zaloom apresenta no FIMFA uma sátira política em que o humor, corrosivo, cai em cima da sua própria cabeça.

  • Na sua primeira investida no épico de Dante, O Bando leva até ao Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, A Divina Comédia — Inferno. Um espectáculo em que tudo parte da multidão.

  • Teatro Delusio, da companhia alemã Familie Flöz, abre o FIMFA e leva até ao Teatro Maria Matos os bastidores de um teatro. Três técnicos lidam com artistas e empresários, amores e intrigas. É a linha de fronteira entre ficção e realidade traçada pelos limites do palco.

  • Mísia agarra a audiência no que é, como ela própria o descreveu, “um duplo salto mortal entre géneros”.

  • O Festival Internacional de Artes de Rua traz 400 artistas de 13 países a Santa Maria da Feira, Aveiro, entre 25 a 27 de Maio.

  • Depois de abordar Romeu e Julieta por esse prisma, Daniel Gorjão aplica o mesmo olhar a outro clássico do teatro: Júlia, a partir de Strindberg, está em cena no São Luiz até 7 de Maio.

  • Dez jovens que se abeiravam da exclusão social, quatro artistas que se aproximaram para os incluir naquilo que faziam. Nestas ruas a arte está disponível para todos, dentro e fora de palco.