Figuras em situações de delírio, metamorfose e desdobramento, a forças incontrolável da música: eis o encontro entre a coreógrafa cabo-verdiana e as Bacantes de Eurípedes.

  • Figuras em situações de delírio, metamorfose e desdobramento, a forças incontrolável da música: eis o encontro entre a coreógrafa cabo-verdiana e as Bacantes de Eurípedes.

  • No dia em que faz 60 anos, e mais de 30 depois de ter deixado de dançar, Rui Horta regressa aos palcos, a solo, estreando Vespa no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. É um gesto de resistência.

  • Emmanuelle Huynh trabalhou sobre a ideia de um tempo em suspensão.

  • O festival DDD – Dias da Dança regressa dia 27 com uma segunda edição reforçada: dura agora 17 dias e vai mostrar 35 espectáculos, muitos deles em estreia absoluta ou nacional, como BiT, de Maguy Marin, Nicht Schlafen, de Alain Platel, ou Celui qui Tombe, de Yoann Bourgeois.

  • A dança é, aqui, reduzida ao seu essencial: o poder do corpo em levar-nos aonde as palavras não chegam.

  • Uma das linhas de financiamento, de 1,5 milhões de euros, visa o apoio a novos projectos de criação, programação e edição, a outra quer reforçar a actividade das entidades com apoios plurianuais que sofreram cortes a partir de 2011.

  • Na segunda de sete peças do ciclo iniciado em 2016, Cláudia Dias vai buscar o título ao Manifesto Comunista e centra o discurso sobre os refugiados num recuo histórico que a leva à Palestina. Terça-Feira: Tudo o que É Sólido Dissolve-se no Ar estreia-se esta semana no Teatro Maria Matos.

  • O que a imaginação fabrica quando está escuro dava muitas histórias. Nocturno, o novo espectáculo de Victor Hugo Pontes e Joana Gama, pega em algumas delas e leva-as para o São Luiz.