Com nove distinções, o filme de Ivo Ferreira, baseado em textos de António Lobo Antunes, foi o mais celebrado na cerimónia da Academia Portuguesa de Cinema, numa noite em que foi anunciada a criação dos Prémio Nico, dedicados aos novos valores do cinema português.

  • Com nove distinções, o filme de Ivo Ferreira, baseado em textos de António Lobo Antunes, foi o mais celebrado na cerimónia da Academia Portuguesa de Cinema, numa noite em que foi anunciada a criação dos Prémio Nico, dedicados aos novos valores do cinema português.

  • A Judaica – Mostra de Cinema e Cultura abre a sua 5ª edição, no dia 28, com Negação, filme inspirado num caso verídico: o processo judicial que opôs a historiadora americana Deborah Lipstadt ao negacionista do Holocausto David Irving.

  • É pela “presença” de Sonia Braga, e o modo como cria se cria um prolongamento e se “faz corpo” entre a personagem e o espaço, que Aquarius revela a inteligência da sua construção.

  • O cineasta fala da dificuldade de contornar a censura na Tailândia, o que desestabiliza as condições de trabalho e a liberdade de criação.

  • O primeiro grande filme de Wim Wenders sobre a América (mas não só) regressa numa cópia maravilhosamente restaurada: Alice nas Cidades.

  • Competente, civilizado, anónimo, Um Homem Chamado Ove não cumpre a promessa de humor negro que faz ao início, nem justifica a sua nomeação ao Óscar.

  • Vida Inteligente é um bom entretenimento de género, uma série B despachada mesmo que derivativa.

  • O ornamento — o preto e branco, os detectives privados, os cigarros, as “femmes fatales”, os cabarets — não é crime. Mas parece sempre limitado a uma dimensão superficial.