André Cepeda fotografa o Porto resistindo a uma certa ideologia da cidade como diversão, encantamento, alheamento e fuga.

Quando escreveu Danúbio, em 1986, os cafés, lugares intermédios entre as esferas individual e colectiva, eram o símbolo da Europa – e as periferias mantinham os valores comuns mais vivos do que os grandes centros. Hoje, com as fronteiras ao rubro, tudo isso mudou, lamenta Claudio Magris.

A reedição expandida do disco de estreia do lendário David S. Ware confirma a premonição de um percurso que viria a marcar a história do jazz livre.