À flor da pele, paranóico, desordenado e inquieto: o mundo pessoal do americano confunde-se com o estado do mundo em Serpent Music. É o fascinante álbum que apresentou há dias no Madeira Dig. “Aqui, com o infinito do Atlântico, tudo parece mais sereno”, afirma ele.

Em Íris, o coreógrafo Marco da Silva Ferreira e o realizador de cinema Jorge Jácome exploram o conceito de movimento do corpo e da imagem. Estreia esta sexta-feira no CCB, em Lisboa, na recta final do festival Temps d’Images, e chega ao Porto para a semana.

Do aquecimento global ao negacionismo tal como Donald Trump o tornou viral, dos casacos de peles às peles vermelhas depois de um sol mortal: Climas, que agora se estreia no Teatro Nacional São João, é o diário em que a Circolando anotou a vida em 2016.

Há urgência emocional, tensão e emancipação em 1755, álbum de Vaiapraia e as Rainhas do Baile onde o punk, o garage e a pop se encontram. E onde se fala abertamente de temáticas queer. Mais um disco português para não perder de vista.