Apocalypse, Girl é o disco em Jenny Hval sai da casca. Uma sexualidade excessiva, por entre batidas electrónicas, serve de crítica ao capitalismo – e, mais importante do que isso, produz grandes canções.

Mais de 50 anos depois, Apocalípticos e Integrados continua a dizer-nos que a cultura de massas não tem de ser uma degeneração da sensibilidade. O Ípsilon revisita o livro de Umberto Eco, na companhia de três leitores que também são críticos.