Na segunda de sete peças do ciclo iniciado em 2016, Cláudia Dias vai buscar o título ao Manifesto Comunista e centra o discurso sobre os refugiados num recuo histórico que a leva à Palestina. Terça-Feira: Tudo o que É Sólido Dissolve-se no Ar estreia-se esta semana no Teatro Maria Matos.

Na segunda de sete peças do ciclo iniciado em 2016, Cláudia Dias vai buscar o título ao Manifesto Comunista e centra o discurso sobre os refugiados num recuo histórico que a leva à Palestina. Terça-Feira: Tudo o que É Sólido Dissolve-se no Ar estreia-se esta semana no Teatro Maria Matos.

O que a imaginação fabrica quando está escuro dava muitas histórias. Nocturno, o novo espectáculo de Victor Hugo Pontes e Joana Gama, pega em algumas delas e leva-as para o São Luiz.

Pensava com o corpo, não apenas com a cabeça, o que fez dela uma das mais extraordinárias bailarinas do seu tempo e, sobretudo, uma das mais influentes coreógrafas de todos os tempos: depois de Merce Cunningham, a dança pós-moderna perdeu outra das suas figuras fundadoras.

Algures no coração do sistema, um agente provocador dispôs-se acabar de vez com o desfile, antes que a gloriosa história da moda se espalhe definitivamente ao comprido numa passerelle. Chama-se Olivier Saillard e estreia esta sexta-feira no Porto Couture Essentielle.

Os novatos chegaram a pé, a elite aterrou já com exposições agendadas. Nos últimos cinco anos, Berlim recebeu de braços abertos mais de 5 mil artistas e intelectuais sírios. Expressam nas suas obras o sentimento em relação ao país que abandonaram, a partir de um exílio, angustiante e inspirador.

Dorothée Munyaneza tinha 11 anos quando viu o Ruanda a encher-se de cadáveres na rua, à porta de casa dela. Mithkal Alzghair tinha 29 quando viu a Síria pela última vez. Ambos contam as suas histórias de guerra e de exílio nos espectáculos que este fim-de-semana trazem ao Porto.

Nunca antes tinha Akram Khan aceitado colocar uma das suas peças de referência nos corpos de outros bailarinos. Fá-lo agora com a CNB. iTMOi (In the Mind of Igor) inspira-se na Sagração da Primavera e transforma o Teatro Camões num palco para o sacrifício.