Cultura-Ípsilon

A Fábrica de Nada é filme perplexo: interroga-se sobre o trabalho, o capitalismo, o futuro da actividade humana. Mas é libertador. Há gente a falar, a dançar, a cantar.

A artista paulista está de regresso ao Porto com uma exposição individual pensada especificamente para o espaço da KubikGalley. São dez obras organizadas em camadas, denunciando a estratificação do mundo de hoje, onde é difícil distinguir o real daquilo que é veiculado pelos media.

Por detrás do projecto Homem em Catarse, e do músico que lhe dá corpo, há um sentido literal: Viagem Interior, que agora chega às lojas, é uma alegoria sonora de um Portugal que vive sem correr mas também sem que o ouçam.

O edifício da Av. Luís Bivar é o resultado de um espírito neoliberal que encoraja a manutenção das fachadas em interiores totalmente reconstruídos. Foi isso que Medina comprou.

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