O aguardadíssimo primeiro álbum do músico de Setúbal é uma obra pujante e indomesticável. Confirma-se um amor sem fronteiras, uma criação que vai beber a pontos tão próximos e distantes como o rock, o fado e o semba, o R&B ou a balada pop acústica.

O amor sem ressaca e a ansiedade geracional, a gentrificação e a vida adulta. Tudo isto está no novo homónimo de Luís Severo. Um disco enorme para ouvir nos dias 29 e 30 no Teatro Ibérico, em Lisboa.

O que a imaginação fabrica quando está escuro dava muitas histórias. Nocturno, o novo espectáculo de Victor Hugo Pontes e Joana Gama, pega em algumas delas e leva-as para o São Luiz.