Quando assumi o papel de crítico teatral, imaginei uma comunidade de debate onde o teatro era não tanto um espelho que reflectia a sociedade, mas mais um martelo que forjava a realidade. Essa comunidade parece que se desvaneceu com o tempo.

Reconstruir os "lugares mais bonitos" num sítio com tão poucos é o desafio das crianças e jovens do Teatro Ibisco, em Loures. Esta procura de um lugar seguro, do outro lado de um muro, é representada esta sexta-feira na Sala Polivalente da Fundação Calouste Gulbenkian.