A propósito de histórias sobre lutas de poder no seio de famílias das elites financeiras, João Lourenço recupera As Raposas, um texto de Lillian Hellman, no Teatro Aberto.

Numa zona de Lisboa onde a invasão turística entrou em aceleração, a presença de companhias como a RE.AL e a Cão Solteiro garante uma vitalidade cultural que de outra forma não existiria. Pela primeira vez, não receberam apoio da DGArtes. Fomos ter com eles à Rua do Poço dos Negros.

No espectáculo final do ciclo Gender Trouble, concebido pelo Teatro Maria Matos, a Karnart apresenta Hermaphrodita, um espectáculo de performance e instalação construído sobre um poema de Eugénio de Castro. Uma reflexão visual do que significa estar preso dentro de um corpo.

Não há maneira de os contabilizar, mas os portugueses que escolheram ir fazer artes performativas no estrangeiro encheriam facilmente vários autocarros. Uma geração em jet lag existencial, que finalmente se reencontra em carne e osso (ou seja: sem ser via Facebook ou Skype) no FITEI.