Fernando Pinho criou The Amélia Project. Vai oferecer voos a crianças com cancro. Vai transportar médicos, enfermeiros e voluntários que prestem ajuda a populações atingidas por desastres. E para isso conta com um avião preparado para aterrar em terra batida. A recolha de fundos para as missões já começou. E de uma forma original.

Depois da estreia em clima de festa no Lisbon & Estoril Film Festival, Os Belos Dias de Aranjuez, de Peter Handke, chega à cena de forma mais íntima no São Luiz: de 19 a 28 de Fevereiro.

Rogério de Carvalho e Jorge Ribeiro têm uma parceria que é das mais duradouras, consistentes e criativas do teatro português. A mesma cumplicidade têm As Boas Raparigas com o encenador. A expectativa em torno de uma montagem de Music-Hall, de Lagarce, uma peça sobre todas as peças de teatro, e como elas se vão construindo enquanto se apresentam, e reconstruindo depois, mais tarde, na memória, é compreensível.

Am Europe é uma trilogia em que Pedro Zegre Penim, do Teatro Praga, deixa que a sua história pessoal se emaranhe na história da Europa, nos seus mitos e arquétipos. Eurovision, Israel e Tear Gas mostram-se na Cuturgest, em Lisboa, como um exemplo de intimidade enxertado em complexos cenários políticos e sociais.

Rodrigo Francisco assina uma encenação e uma dramaturgia dignas de nota, em que os atores levantam voo, levando consigo o público

David Greig é um dos dramaturgos escoceses mais celebrados da sua geração. Os Acontecimentos e Frágil estreiam este mês no Teatro da Politécnica.