Micaela Miranda é directora pedagógica do Freedom Theatre. Vive e trabalha no campo de refugiados de Jenin, na Palestina, desde 2008. Todos os dias, faz parte de histórias de revolução num território ocupado. Pode o teatro salvar vidas? Ela acredita que sim.

É uma mostra de grandes nomes, mas o melhor do Festival de Almada número 32 está nas pequenas narrativas, nas personagens secundárias e nas canções populares dos vários espectáculos. São essas formas aparentemente menores que fazem a ligação directa ao público.