Com a encenação de Veraneantes, de Maksim Gorki, Nuno Cardoso continua a fazer a ponte entre os costumes e a vida social do passado e do presente. E, pelo caminho, a “bater nos outros”, mas primeiro em si próprio. Para ver no Teatro Nacional São João até 18 de Março.

Em Tragédia e Comédia Latino-Americana, Felipe Hirsch cria um monumental cabaret macabro que olha para o Brasil de hoje a partir da montagem de textos de autores sul-americanos. Um díptico que, no Teatro São Luiz, nos fala de isolamento, individualidade e liberdade.

Dorothée Munyaneza tinha 11 anos quando viu o Ruanda a encher-se de cadáveres na rua, à porta de casa dela. Mithkal Alzghair tinha 29 quando viu a Síria pela última vez. Ambos contam as suas histórias de guerra e de exílio nos espectáculos que este fim-de-semana trazem ao Porto.

Criando uma língua franca para se relacionar com o texto de Wedekind, o Teatro Praga atira-se a Despertar da Primavera à procura de mais um movimento de libertação. No CCB, o texto do autor alemão não terá a última palavra.