Recuperando a personagem do argumentista Riccardo Molteni, criada por Alberto Moravia e levada ao cinema por Godard, o histórico Matthias Langhoff constrói Cinéma Apollo. Uma tentativa de compreender e enterrar o desamor, para ver no Festival de Almada.

É uma mostra de grandes nomes, mas o melhor do Festival de Almada número 32 está nas pequenas narrativas, nas personagens secundárias e nas canções populares dos vários espectáculos. São essas formas aparentemente menores que fazem a ligação directa ao público.

Recuperando a personagem do argumentista Riccardo Molteni, criada por Alberto Moravia e levada ao cinema por Godard, o histórico Matthias Langhoff constrói Cinéma Apollo. Uma tentativa de compreender e enterrar o desamor, para ver no Festival de Almada.

Um centro de artes com vista para um pântano – e cujo guru (para não lhe chamarmos director artístico) é uma toupeira gigante. Pois: inverosímil como um sonho estranho, e com o mesmo poder de enfeitiçamento. O novo espectáculo de Philippe Quesne, Swamp Club, chega amanhã ao Porto.

Depois de um mergulho na dramaturgia contemporânea argentina, o Festival de Almada vira as atenções para o Novíssimo Teatro Espanhol. Los Nadadores Nocturnos e La Tempestad são dois exemplos fulgurantes do que se vai passando aqui ao lado.