Com a encomenda de cinco pavilhões temporários a jovens escritórios do Porto, Serralves confronta-nos com uma novíssima geração nascida nos anos 1980 e que começou a trabalhar no auge da crise. Quem são e o que fazem estes novos protagonistas da arquitectura do Porto?

Não pode a sociedade descartar por decreto todos aqueles que contribuíram positivamente para o seu desenvolvimento.

Talvez por ter esgotado todas as formas de pensar e escrever arquitectura já nos anos 1960, Nuno Portas encontrou um refúgio – muito desabrigado – no urbanismo. Foi uma forma de escapar dos caprichos da arquitectura.