Editora-executiva
Isabel Salema
Se pensar no que sou profissionalmente não sei se o que me define mais é a minha formação académica em História de Arte ou o meu percurso jornalístico entre a ciência e a cultura. Acho que o que aprendi nesses primeiros tempos na secção de ciência foi que não havia perguntas que não se fizessem, porque o pior mesmo era continuar sem perceber nada. Fiquei oito anos a fazer jornalismo científico, que adorei, e depois passei para a secção de cultura, onde me tornei editora. Não foi bem um salto, porque trabalhar na área da cultura é trabalhar com a criação, com o novo, com ideias e algo de semelhante se passa na ciência. Depois, editei o caderno P2 e actualmente coordeno os suplementos do jornal.
