• Continuam presas nas zonas sob ataque do regime cerca de 250 mil pessoas. Cirurgias no Leste da cidade são agora feitas a sangue-frio.

  • Presidente eleito dos EUA tem feito e recebido telefonemas pouco ortodoxos. Assessores desvalorizam a quebra no protocolo. Em Taipé, alimentam-se esperanças.

  • Park Geun-hye está a uma semana de saber se vai ser afastada. Oposição precisa de dois terços dos 300 deputados e tenta convencer os descontentes no partido no poder.

  • A solução governativa encontrada em Portugal impediu que o PS tivesse o destino dos socialistas franceses, o que não deu, por enquanto, espaço ao aparecimento de uma alternativa populista e conservadora capaz de mobilizar os descontentes das políticas da austeridade e da globalização.

  • Os partidos do pós-guerra já não existem e a Europa é governada por aventureiros, quando não são gente do calibre de Orban.

  • Desde 1979 que as relações diplomáticas entre os EUA e Taiwan estão cortadas. China não verá com bons olhos telefonema de Trump.

  • Conhecido por quebrar tabus à esquerda – em 2007, queria já alterar o nome do partido “socialista”, que considera ultrapassado – Valls, de 54 anos, moderou recentemente o discurso para aumentar a sua base eleitoral.

  • Eleito com um programa esquerda, François Hollande governou à direita na economia e na segurança. Os seus eleitores sentiram-se traídos. Desistir de se recandidatar é a consequência da política que seguiu.