Durante meio ano, Annemarie Schwarzenbach fez o périplo das estações arqueológicas do Médio Oriente. Este livro é o diário dessa viagem.

Uma mulher, professora de escrita, ouve as histórias de quem a rodeia e o romance constrói-se a partir dessa condição de ouvinte. Depois de umas memórias polémicas, Rachel Cusk regressa com um romance sobre o que é ser anónimo, quase invisível, para se questionar a si e à ideia de romance.

Identificando uma “nova direita” através de manifestações culturais de superfície, António Araújo aventura-se num exercício interessante, mas não isento de amálgamas.

Neste romance epistolar entre dois amantes separados pela distância e pelo tempo, esboça-se a cartografia da nossa solidão.

António Barahona é poeta à margem, Monárquico e Sebastianista, politicamente muito incorrecto. E isso não tem lugar. Ou o lugar é o do coração.

Parece que projectamos os medos para o futuro e falamos com saudade do passado – não só o recente, antes do irromper da crise financeira, mas principalmente do mais longínquo. Em alturas de desordem, quando não parece existir confiança num rumo, podem traçar-se utopias.

O mediático e prolífico filósofo francês Michel Onfray publicou um livro imenso que descreve a história da civilização judaico-cristã, desde o seu nascimento até à sua iminente Décadence.