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Jorge Mourinha
Crítico
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A “nolanização” de Homero — <em>A Odisseia</em>, de Christopher Nolan, é um filme desalmado Em resposta a jorge.mourinha
A citação é da Wikipedia, não é minha. O leitor que tire as suas conclusões ao comparar o texto do Luís Miguel Oliveira e a natureza dos comentários que aqui foram feitos -- que, ressalvo, foram escritos a 90% antes do filme estrear.
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A “nolanização” de Homero — <em>A Odisseia</em>, de Christopher Nolan, é um filme desalmado Em resposta a jorge.mourinha
Argumentum ad hominem abusivo: é o ataque direto à pessoa, colocando seu caráter ou sua reputação em dúvida, como forma de desqualificar o argumento. Isso pode se manifestar com insultos ou comentários depreciativos com o objetivo de minar a credibilidade do interlocutor. A preocupação é em sublinhar e chamar a atenção para as características pessoais do debatedor, em vez de analisar seus argumentos. Exemplos: "Você é só um estagiário. O que você sabe sobre isso?"
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A “nolanização” de Homero — <em>A Odisseia</em>, de Christopher Nolan, é um filme desalmado Em resposta a Azazello
Admitimos as opiniões discordantes dos leitores. Mas na maior parte dos casos as "opiniões discordantes" não passam do tradicional "não percebes nada de cinema", "uma estrela destes tipos é a melhor recomendação para um filme ser bom" ou "os outros críticos gostam, só tu é que não". Isso não tem nada a ver com o filme, é só bullying. Parece-me legítimo que as pessoas queiram ver a sua própria opinião reconhecida e validada; descredibilizar aqueles que não partilham dela, em vez de defender ou descrever o que realmente pensam, não é a melhor maneira de o fazer.
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A “nolanização” de Homero — <em>A Odisseia</em>, de Christopher Nolan, é um filme desalmado Em resposta a Azazello
Permita-me uma correcção. Não há "unanimidade" dos "críticos de cinema internacionais": ainda não foram publicadas críticas americanas, e em França as críticas já publicadas não são positivas, por exemplo. O/a leitor/a estará a fazer confusão entre crítica e marketing... Além disso, Peter Nolan certamente não dormirá porque não existe, o realizador chama-se Christopher Nolan.
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A “nolanização” de Homero — <em>A Odisseia</em>, de Christopher Nolan, é um filme desalmado Em resposta a
Alguém falava aqui de "trolls" da internet e é esse o comportamento que detecto em muitos destes comentários: ataques "ad hominem" dirigidos a Luís Miguel Oliveira que nada têm a ver com uma discussão válida sobre as virtudes ou os defeitos do filme. Até porque são 11 horas de dia 15, já vamos nas duas dezenas de comentários negativos e o filme só estreia dia 16. Ao menos, depois de o verem, já podem dizer mal à vontade (do filme ou do crítico consoante a vossa opinião...)
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A “nolanização” de Homero — <em>A Odisseia</em>, de Christopher Nolan, é um filme desalmado Em resposta a
Se isto já está assim antes dos leitores verem o filme, fico muito curioso para ver como vai ser depois…
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Que bom para si! Fico feliz por ajudá-lo a ter tantas certezas.
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Com oito nomeações para os Óscares, <em>Hamnet </em>ensaia a explicação do inexplicável Em resposta a DCS
Por acaso, só reparei agora que o seu comentário (amargo com a vida, como é habitual nos leitores do Público que criticam ferozmente todo e qualquer texto que os críticos do Público escrevam), foi publicado antes sequer do filme ter estreado no nosso país (no dia 5). Portanto, temos um/a comentador/a que diz mal de um texto sobre um filme que ainda não estreou e que, provavelmente, a/o leitor/a não viu ainda... Sou só eu que não vejo a lógica? A não ser que a lógica seja dizer mal por princípio de tudo o que escrevemos. Era mais honesto admitir que não gosta dos críticos do Público. E se não gosta dos críticos do Público tem uma solução simples: não nos ler. A escolha é sua.
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Com oito nomeações para os Óscares, <em>Hamnet </em>ensaia a explicação do inexplicável Em resposta a namaral
Porque será que tenho a impressão que nenhum dos comentadores que "zurzem forte e feio" num texto de opinião se deu ao trabalho de ler o dito texto (onde não se "zurze forte e feio", ao contrário do que se diz) e se ficaram apenas pelas estrelas? E como é que a/o leitor/a sabe que o filme é "adorado pelo público de forma particularmente emocional e apaixonada" quando estreou anteontem no nosso país e não se sabe ainda se é ou não um sucesso público entre nós?
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O meu irmão mais velho era grande fã de Neil Diamond e cresci a ouvir a banda-sonora do "Fernão Capelo Gaivota". Nem tinha lido a crítica do NYT até a leitora ter chamado a atenção...






