O cruzamento do thriller político americano dos anos 1970 com a abordagem estético-fetichista ao cinema de rua.

  • O cruzamento do thriller político americano dos anos 1970 com a abordagem estético-fetichista ao cinema de rua.

  • A sua modéstia de monografia parece tolher os movimentos ao filme, mesmo que confirme que o documentário é a verdadeira força do realizador.

  • Faz sentido recordar o Film is like a battleground de Fuller, porque Fúria é sobre a II Guerra, mas não é um filme em estado de guerra.

  • Em Maidan, o documentarista Sergei Loznitsa dá a ver a luta heróica que o povo ucraniano travou contra o regime pró-russo de Ianukovitch entre Dezembro de 2013 e Fevereiro deste ano. Um filme sem julgamentos nem protagonistas, mas que nem por isso deixa de ser parcial: "Um documentário, como qualquer obra de arte, é sempre o statement de um artista", diz o realizador.

  • A estreia de Gabriela Pichler evita sentimentalismos e demagogia mas não se consegue distinguir do modelo Dardenne.

  • Melancólica meditação sobre homens e mulheres numa situação de conflito: os acontecimentos da Praça Maidan, em Kiev.

  • A associação de realizadores que o cineasta integra, a ARCA, reagiu esta quarta-feira à demissão de vários representantes do sector da Secção Especializada do Cinema e do Audiovisual com um comunicado em que afirma que o processo de escolha dos jurados foi correcto e transparente.