• Três acontecimentos distintos têm o foco numa entidade relativamente desconhecida do comum espectador português: o cinema argentino.

  • Um cineasta talentoso em busca da transcendência estampa-se ao comprido no ridículo absoluto: Love

  • Michael Moore substitui o panfleto puro e duro pelo optimismo bem-disposto, o que lhe fica bem.

  • A psicologia revela-se pela acção, pela inquietude, pelo movimento constante, coisa para ver mais do que como coisa para ser demonstrada: O Que Está por Vir.

  • O chileno Pablo Larraín assina um filme de uma inteligência notável que não deixa o espectador em paz nem depois do final: O Clube

  • Academismo cuidado mas liso e monótono: Anarquistas é uma espécie de super-folhetim-televisivo duma correcção que nem é resgatada pelos impulsos do “realismo à francesa”.

  • Tudo certinho, mais do que tudo certo, a duas semanas já perguntaremos “Maggie tem o quê?, que filme era esse?”.

  • Já que tinha de haver uma sequela do Dia da Indepedência, podiam ao menos arranjar algo mais interessante do que esta catástrofe derivativa.

  • Há tanta coisa boa em À Procura de Dory que quase deixamos passar que há qualquer coisa de calculado numa sequela que não fazia grande falta.