• Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa distingue a história de um pescador que partilha a paixão pelo grotesco.

  • Lembrado como um dos principais compositores de música para cinema dos anos 60 em França, Duhamel continuou a escrever música até aos anos 2000, quando ganhou um Urso de Prata

  • O cineasta chileno “inventou” o midnight movie com El Topo, em 1970, mas o seu cinema foi sempre mais falado do que visto. O MOTELx mostra este fim-de-semana o seu retorno à realização após 25 anos de ausência, La Danza de la Realidad.

  • Um artista plástico de Los Angeles vai usar nus seus e não as fotograifas da actriz: quer deixar claro que esta exposição não é sobre a exploração do corpo feminino, mas sobre a privacidade individual

  • Ao adaptar ao cinema Os Maias, de Eça de Queirós, João Botelho seguiu o preceito da fidelidade ao texto, construindo assim uma obra que preserva uma tonalidade clássica em vários aspectos e faz com que ela responda, sem quebras, às respeitosas expectativas suscitadas por um livro do cânone.

  • João Botelho continua a propor um reencontro, uma relação, com textos essenciais para uma identidade colectiva. Ou uma forma, não populista, de chegar a um cinema popular.