A italiana que Hollywood imaginava como uma nova Marilyn foi dirigida por importantes realizadores daquela época como Alberto Lattuada ou Mario Monicelli, Dino Risi, Henri Verneuil, Joseph Losey. Depois de 40 anos de carreira recebeu o prémio de Melhor Actriz em Cannes, em 1994, pela sua interpretação de Catherine de Medicis no filme A Rainha Margot de Patrice Chéreau.

  • A italiana que Hollywood imaginava como uma nova Marilyn foi dirigida por importantes realizadores daquela época como Alberto Lattuada ou Mario Monicelli, Dino Risi, Henri Verneuil, Joseph Losey. Depois de 40 anos de carreira recebeu o prémio de Melhor Actriz em Cannes, em 1994, pela sua interpretação de Catherine de Medicis no filme A Rainha Margot de Patrice Chéreau.

  • Vinte cidades portuguesas comemoram o solstício de Inverno com uma maratona de curtas-metragens.

  • Um hipster hiperactivo, cheio de vigor e determinação, Xavier Dolan faz filmes em simbiose com o tempo em que vive. Desejoso de se auto-expor? Inevitavelmente. Mas eis como, em Mamã, ele transcende o seu narcisismo.

  • O realizador Ossama Mohammed partilha a autoria do filme “Água Prateada” com Simav, a jovem curda que lhe pediu ajuda para filmar a cidade cercada de Homs. Simav é uma entre os “1001 sírios” que fazem este filme. Ossama diz que são todos cineastas.

  • O sofrimento é tão grande que temos vontade de fazer como o outro indivíduo e berrar.

  • Um dos mistérios a resolver num futuro é saber como é que vamos olhar para estes últimos Cronenbergs e para as suas tangentes ao incaracterístico.

  • Aquilo que faz a diferença do filme de Diao Yi’nan é o exotismo da origem – não fosse chinês e olharíamos para ele como um exercício de género, desenvolto mas anónimo.