• A estreia absoluta no CCB de Canto, o novo disco de Carminho, foi efusiva mas mostrou que ele precisa de maior "rodagem"

  • Ao terceiro disco, Canto, Carminho assume o fado com uma parte da portugalidade que passou a interiorizar como marca. O Brasil ajudou, e muito, nesta sua escolha

  • Depois de um tempo de invisibilidade, o fado voltou a reclamar uma presença afirmativa no Brasil. Com Carminho, Mariza e António Zambujo, e um festival no Rio de Janeiro e São Paulo. Mas já antes tinha havido as “embaixadas” e, claro, Amália Rodrigues.

  • Uma guitarra e um órgão Casio barato. Óscar Silva não precisa de nada mais para criar a música fascinante de Jibóia. Um português a perseguir transe oriental. Badlav, com Sequin, é o disco de estreia.

  • Um disco luminoso. Mas não é uma luz efémera. É a luz de quem aceitou que se morre e se renasce muitas vezes ao longo da vida.

  • Estreia dupla para Sérgio Godinho: um disco, Liberdade, gravado ao vivo pelos 40 anos do 25 de Abril, e um livro, Vidadupla, com nove contos por onde a liberdade também passa.

  • Ambiental mas intensa, imersiva mas visceral. Tim Hecker é um dos nomes mais cotados do ambientalismo, mas nunca será música de fundo. A confirmar sábado no MusicBox, em Lisboa, e domingo no Hard Club do Porto.

  • Uma belíssima obra do repertório sacro, intimamente ligada a Portugal, numa gravação de grande qualidade