• Imagens de arquivo serão projectadas na fachada nascente do Terreiro do Paço. Depois do concerto com vários artistas a concretizarem parecerias inéditas e a recriarem alguns temas da época, haverá uma chuva de cravos virtuais sobre o Tejo.

  • José Nuno Martins começou a fazer rádio com 20 anos. Fez grandes programas de rádio mas também fez concertos, estações de televisão, estudos e estúdios. Fez tudo – até foi director do jornal O Benfica – e fez tudo bem, generosamente, sem medo, juntando pessoas e espalhando cultura.

  • Um álbum singular, Se Eu Fosse Angolano, foi-se tornando conhecido no último ano em Portugal. Nesta quinta e no sábado, o artista, cantor e performer Nástio Mosquito apresenta-o ao vivo, em Lisboa e Guimarães.

  • A música é o único recurso natural que Cabo Verde acredita ter potencial para alavancar a sua reconversão económica. Mas num país em que os direitos de autor só existem no papel, nem sempre é uma maneira de ganhar a vida.

  • A música foi aquilo que tudo uniu em Ponta Delgada. Uniu público e artistas, uniu bares, associações e galerias. Chama-se Tremor e é um festival de música nova portuguesa. É também uma manifestação de vitalidade. O desejo de fazer acontecer. Este fim-de-semana foi só o começo.

  • Arcade Fire, Beck, Muse, Pharrell ou Queens Of The Stone Age são alguns dos grupos que actuam, hoje e amanhã, no festival Coachella, nos Estados Unidos. Os concertos podem ser visionados aqui.

  • Chama-se Tremor e é um festival dedicado à música portuguesa recente que ocupará durante o dia e a noite deste sábado o centro de Ponta Delgada. “Há um certo fervilhar muito interessante e um potencial a despontar”, diz António Pedro Lopes, um dos organizadores. O Tremor quer pôr a cidade a mexer com Filho da Mãe, Glockenwise, Noiserv ou Jibóia.