É o 28.º autor, e o 12.o brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.

  • É o 28.º autor, e o 12.o brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.

  • Julgava-se que nada restava de um romance em que o autor de Debaixo do Vulcão trabalhou durante pelo menos nove anos. Mais de meio século depois do incêndio que consumiu essas páginas, uma versão mais curta foi entregue na Biblioteca Pública de Nova Iorque. Agora chegou a tradução portuguesa.

  • Às vezes os fantasmas são vampiros, outras são pessoas. Nova novela gráfica de Filipe Melo e Juan Cavia, a dupla de Dog Mendonça e PizzaBoy, leva-nos à Guiné da Guerra Colonial. Uma história que é ficção mas podia ter acontecido (e se calhar aconteceu).

  • A obra clássica de Jaime Cortesão merecia seguramente um outro tratamento.

  • O esquema narrativo e o pretexto que o espoletou são clássicos e são quase sempre eficazes nas mãos de um escritor competente. Héctor Abad Faciolince é um escritor competente e Oculta é um romance eficaz.

  • Atticus Lish tem um nome que vem da literatura, mas ignorou quase tudo sobre esse mundo até há pouco. Afastou-se da infância privilegiada, viveu em bairros pobres, aprendeu mandarim e venceu o PEN/Faulkner com Preparação para a Próxima Vida, livro tão poético quanto político.

  • Quando escreveu Danúbio, em 1986, os cafés, lugares intermédios entre as esferas individual e colectiva, eram o símbolo da Europa – e as periferias mantinham os valores comuns mais vivos do que os grandes centros. Hoje, com as fronteiras ao rubro, tudo isso mudou, lamenta Claudio Magris.

  • Regresso do Brasil mesmo em plena crise política e um número recorde de pavilhões marcam edição de 2016, que começa já quinta-feira. Grupo de agentes literários internacionais visita a feira.