Primeiro escritor a vencer dois prémios Man Booker, J. M. Coetzee habilita-se a ganhar o terceiro com The Schooldays of Jesus, um dos 13 romances seleccionados para a long list de 2016.

  • Primeiro escritor a vencer dois prémios Man Booker, J. M. Coetzee habilita-se a ganhar o terceiro com The Schooldays of Jesus, um dos 13 romances seleccionados para a long list de 2016.

  • A editora Quetzal vai começar a publicar em Setembro uma nova tradução da Bíblia. É feita a partir do grego por Frederico Lourenço e sairá em seis volumes, até 2019. Está a ser apresentada como a mais completa jamais feita em português.

  • Harry Potter and the Cursed Child já se estreou em Londres. As críticas falam de "deslumbre" e "encanto" e revelam algumas novidades sobre a intriga, que será lançada em livro na noite deste sábado para domingo.

  • Estudo da Universidade da Pensilvânia concluiu que os americanos que leram os livros da saga de J.K.Rowling tendem a gostar menos do candidato republicano do que aqueles que não os leram.

  • Pepetela lida, neste seu novo livro, com a “ditadura da ganância” na sociedade actual angolana e com as suas eventuais raízes.

  • Em Le Grand Marin Catherine Poulain poupa nas palavras, estende as histórias silenciosas como os quilómetros de redes de pesca que tem de reparar. Ela conta o oceano, os barcos e a inextinguível solidão dos homens.

  • Qualquer análise histórica – que não se fique pela confusão entre simplicidade e simplismo – tem de saber pôr em causa e criar os instrumentos que permitam colocar em perspectiva testemunhos individuais. O livro póstumo de Almeida Santos merece ser lido com cautela.

  • Nova Iorque, dinheiro, uma família complicada e uma estreia literária vendida com um avanço milionário fazem de A Fortuna, de Cynthia D’Aprix Sweeney, um dos livros mais falados do ano. Uma conversa com a autora que não tem herança por que lutar.

  • Não podendo ser negadas as mudanças de pronunciação de certas palavras, reconhece-se agora, finalmente, que esse pequeno detalhe passou a ser “o preço a pagar” pela chamada “unificação” ortográfica.

  • A Book in Loop está algures entre um Uber dos livros escolares e um alfarrabista digital e já comprou uma guerra com a Porto Editora. Enfrentou tantos obstáculos que teve de ir ao Parlamento. Mas o mistério dos livros iguais com códigos numéricos diferentes continua por explicar