A escrita romanesca de J. Rentes de Carvalho é um exercício de saturação e exacerbação a que podemos chamar hiperliteratura, como se fosse um pastiche ou uma caricatura.

  • A escrita romanesca de J. Rentes de Carvalho é um exercício de saturação e exacerbação a que podemos chamar hiperliteratura, como se fosse um pastiche ou uma caricatura.

  • O Presidente da República considera que se Moçambique e Angola decidirem não ratificar há uma nova oportunidade para ponderar o processo. Declarações em Maputo vão no sentido contrário às posições que o Governo acaba de reafirmar em Lisboa.

  • O escritor norueguês, autor de A Minha Luta é um dos convidados da FLIP ao lado da Nobel de 2015 e do autor de Trainspotting. E de Ricardo Araújo Pereira.

  • É possível ler este livro da americana Meg Wolitzer como um libelo feminista na forma de um desabafo cáustico, por parte de uma mulher que não teve vida própria devido à quase escravatura (mental, psicológica) a que o marido a sujeitou.

  • Inteligente, elegantemente escrito, e por vezes também divertido, Um Holograma Para o Rei - a adaptação cinematográfica, com Tom Hanks, chega na próxima semana - é um romance sobre a imponderabilidade da vida e o novo “sonho americano”.

  • Em Harvard, Michael Puett tem as aulas cheias de alunos que querem mudar o mundo mas acabam a descobrir como mudar-se a si próprios. Christine Gross-Loh ajudou-o a transformar as suas aulas no livro O Caminho da Vida.

  • Barbra Streisand: Redefining Beauty, Femininity and Power explora a ideia da actriz e cantora como ícone cultural que triunfou no mundo do espectáculo assumindo abertamente a sua identidade enquanto mulher e enquanto mulher judia.

  • Contra o não-sentido que é a morte de alguém ficamos legatários do sentido que deu à vida.

  • Há algo de Ano Santareno neste 2016 em que a reedição de um livro, uma exposição documental e dois projectos de teatro tocam o universo denso, tenso, e trágico, da obra do dramaturgo fundeada na sua experiência pessoal, enquanto médico, na Faina Maior.