Nesta entrevista, o historiador norte-americano Frederick Cooper ajuda-nos a perceber a relação estreita entre dinâmicas e trajectórias imperiais e as causas e contextos da Primeira Guerra Mundial. Como sintetiza: “a Primeira Guerra Mundial foi claramente uma guerra entre impérios”.

  • Nesta entrevista, o historiador norte-americano Frederick Cooper ajuda-nos a perceber a relação estreita entre dinâmicas e trajectórias imperiais e as causas e contextos da Primeira Guerra Mundial. Como sintetiza: “a Primeira Guerra Mundial foi claramente uma guerra entre impérios”.

  • Acabei de ler Samuel Beckett's Library, em que Dirk Van Hulle e Mark Nixon espiolham o que resta da biblioteca de Beckett, lendo as marcas deixadas ou não deixadas por ele, à luz da obra dele e da vasta literatura crítica sobre ele.

  • Na Grande Guerra de 1914-18, o exército português sofreu a sua maior derrota em África desde Alcácer Quibir. No Norte de Moçambique morreram mais soldados portugueses do que na Flandres. Não tanto pela razia das balas alemãs. Mais pela fome, pela sede, pela doença e pela incúria. Minada pela vergonha, a I Guerra em Moçambique acabou votada ao esquecimento. Não tinha lugar numa nação que até 1974 sonhava com um império ultramarino. Numa viagem de mais de 2500 quilómetros, o PÚBLICO foi à procura dessa guerra sem rosto. Os cemitérios dos soldados foram profanados ou são lixeiras, mas o milagre da tradição oral conservou as suas memórias até hoje.

  • Com 78 anos, Mario Vargas Llosa continua eloquentíssimo acerca da crise na Europa e dos progressos vividos na América Latina. O prémio Nobel da Literatura, em 2010, que passou esta semana por Lisboa, fala da "frivolização" da cultura e da transformação dos cidadãos em autómatos obedientes.

  • Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas é a obra sobre a guerra que José Saramago escreveu nos últimos meses de vida e não chegou a terminar. É o único livro de Saramago por publicar.

  • O trailer do filme que adapta o fenómeno mundial de vendas de E.L. James confirma que Beyoncé fez uma nova versão de Crazy in Love para o filme.