O que civiliza não são os escritores e muito menos os livros: são os leitores.

  • O que civiliza não são os escritores e muito menos os livros: são os leitores.

  • A família, a doença, a perigosidade irresistível dos convívios: eis o campo de batalha que o olhar rigoroso de Valério Romão volta a transformar em escrita precisa e dominada.

  • Embora o AOLP possa conter imperfeições, constituiu o primeiro instrumento palpável de harmonização da ortografia da língua portuguesa.

  • Devo eu, com 60 anos, esperar mais 5 anos para atingir a felicidade dos 65, entusiasmado pela promessa desse êxtase durar até aos 79?

  • Com Osso, Rui Zink termina a tetralogia que dedicou à crise actual. Um livro em forma de diálogo que usa o humor para dissecar a fragilidade do presente. É uma farsa construída com o mínimo de recursos.

  • Maria Gabriela Llansol não se limitou a ler Pessoa, transformou-o numa “figura” em alguns dos seus livros e conviveu com ele na escrita do seu diário, ao longo de trinta anos.

  • Há um movimento de estudantes universitários norte-americanos a pedir que os protejam dos conteúdos de alguns livros que consideram perigosos. Em causa estão sobretudo clássicos da literatura grega e romana. A psiquiatra Manuela Correia fala em “infantilização” da sociedade.

  • O VI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa terminou com uma homenagem a Arménio Vieira, prémio Camões de 2009.