Se me contassem, não acreditava. Mas estava lá. E vi. Desde esse dia sei que na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) tudo pode acontecer. De uma hora para a outra vi um escritor português transformar-se numa “pop star”.

  • Se me contassem, não acreditava. Mas estava lá. E vi. Desde esse dia sei que na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) tudo pode acontecer. De uma hora para a outra vi um escritor português transformar-se numa “pop star”.

  • Um episódio real da vida de Goethe serviu de motivo a Thomas Mann para humanizar o poeta e mostrar as suas contradições

  • Coma comida e evite as imitações. Este poderia ser o resumo das ideias de Michael Pollan, o norte-americano a quem o The New York Times chamou a “consciência alimentar da nação”. Será uma das estrelas desta edição da FLIP.

  • José Eduardo Agualusa resgata uma das personagens mais fascinantes da história de Portugal em África

  • Dois nomes centrais do cânone filosófico e do cânone literário lidos por uma autora que sempre se moveu em zonas de confins

  • A poesia precisa e elíptica de João Almeida encontrou há muito o seu lugar, mesmo que de difícil acesso

  • Retrato escatológico de uma ditadura — povoado de referências indirectas ao país do autor, Angola

  • Humorista furibundo, pistoleiro da frase curta e paradoxal: Millôr Fernandes é o homenageado nesta edição da FLIP. Eis o que quase nenhum brasileiro sabe e poucos portugueses lembram: durante quase uma década, em plena ditadura, Millôr teve uma página de humor semanal no jornal português Diário Popular.