Douglas Coupland, o autor de Geração X, quer fazer uma escultura inédita dedicada ao pintor holandês.

  • Douglas Coupland, o autor de Geração X, quer fazer uma escultura inédita dedicada ao pintor holandês.

  • Romance social que se afasta dos típicos romances de costumes do século XIX. Construído sobretudo na oposição entre diferentes perspectivas dos efeitos da Revolução Industrial.

  • Em Portugal o discurso sobre os homossexuais e outras minorias sexuais e de género tende a ser pobre em pluralismo, Nos EUA são incontáveis os contributos para uma debate democrático. Stand by Me é um bom exemplo dessa realidade que ainda nos é tão distante.

  • Os livros são os narradores do romance de Zoran Zivkovic. São vozes femininas a reclamar pelo direito a uma existência digna num discurso que muitas vezes se aproxima do feminista. É o livro enquanto indivíduo numa sátira que questiona também o papel do criação.

  • A arte saiu à rua num dia assim. Da Associação José Afonso (Casa da Cultura) à Galeria 11 (Escola de Hotelaria e Turismo), a Festa da Ilustração distribui-se por 17 exposições e por várias lojas da Baixa de Setúbal. Neste sábado, André Carrilho vai “desenhar em cima da conserva”, no Museu do Trabalho Giacometti

  • A integral de contos de Clarice Lispector é uma experiência literária e biográfica. São 85 histórias organizadas cronologicamente que permitem acompanhar a evolução de uma das mais enigmáticas vozes do século XX.

  • O prémio para autores com menos de 40 anos foi atribuído ao romance Indice medio di felicitá publicado pela editora Neri Pozza.

  • O desporto dos feiticeiros saltou das páginas para a realidade e joga-se em Frankfurt, na Alemanha, a 23 e 24 de Julho.

  • David Lloyd criou com Alan Moore uma das melhores novelas gráficas de sempre. Décadas depois, a sua máscara de V de Vingança confundiu-se com os protestos que bordejaram a segunda década do século XXI. “É um símbolo universal de resistência à opressão”, regojiza-se em entrevista ao Ípsilon

  • A mais recente compilação de crónicas de Vasco Pulido Valente corresponde ao período de maior maturidade intelectual e domínio da escrita do “colunista mais influente do país”.