PS “corta” âmbito da videovigilância mas agora quer sistemas em todas as esquadras

Ficam de fora do novo texto a generalidade dos drones e os dados biométricos. Câmaras das fardas têm já regras mais específicas, embora o Governo continue a ter quase toda a liberdade para a regulamentação.

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Governo ainda deverá conseguir salvar uma parte da proposta de lei da videovigilância. Ricardo Lopes

O PS deu um grande passo atrás no âmbito do uso de videovigilância pelas forças e serviços de segurança para conseguir salvar pelo menos as câmaras de fardamento e o uso de alguns drones, mas acrescentou na lei a instalação de sistemas de videovigilância em instalações policiais de atendimento ao público.

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