O Banco de Fomento ainda vai a tempo de evitar um arranque em falso?

Governo escolhe novos gestores após ano e meio de actividade sem grande impacto nas empresas. PSD e empresários lamentam o tempo perdido.

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Beatriz Freitas está de saída da presidência executiva Sergio Azenha (arquivo)

No início da semana, o ministro da Economia disse: “O Banco de Fomento vai ser um sucesso, são as dores de parto, digamos, do nascimento.” Não havia ali qualquer ironia num país com as urgências de obstetrícia em desassossego, mas as razões da esperança de António Costa Silva também só ficaram claras dois dias depois, quando o Governo revelou, através de um comunicado entregue à agência de notícias Lusa, que decidiu mudar a gestão do banco e que escolhera dois ex-quadros do BPI e actualmente na COSEC para liderar o Banco Português de Fomento.

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