O primeiro-ministro elogiou “a trajectória sustentável de redução da dívida pública” portuguesa, adiantando que o país goza de uma perspectiva privilegiada para promover a união entre países.

  • O primeiro-ministro elogiou “a trajectória sustentável de redução da dívida pública” portuguesa, adiantando que o país goza de uma perspectiva privilegiada para promover a união entre países.

  • Se há lição que se pode tirar da evolução da popularidade de Mário Centeno entre Fevereiro e Maio é que é efémera.

  • Num país fofinho, cheio de afetos, começou a procissão de saber quem fez mais pela saída do défice excessivo a que os regedores tinham condenado Portugal.

  • O mérito é, acima de tudo, de todos os portugueses que viveram uma crise sem precedentes.

  • Temos de enfrentar, na Europa, os desafios com que nos deparamos: reforçar o setor financeiro e estimular a procura.

  • Luís Campos e Cunha adverte que a saída do procedimento por défice excessivo é apenas um primeiro passo. “Acabámos de sair dos cuidados intensivos, mas ainda estamos hospitalizados, o que significa que não vamos correr a maratona. ”

  • O que todos sabemos é que é muito melhor viver assim. Por obra dos governos de Passos e de Costa. E, principalmente, por nossa própria obra.

  • António Costa refreou o entusiasmo e diz que margem orçamental só pode ser aproveitada no próximo ano. Primeiro-ministro tem esperança no crescimento e na Europa.

  • Nesta hora de regozijo, urge não só recordar o tortuoso caminho que nos permitiu chegar aqui mas também relembrar que ainda há muito trabalho a fazer.