PS aprova sozinho alterações ao Código do Trabalho e rejeita “retrocesso” nas plataformas

Oposição criticou falta de acordo na concertação social, ausência de resposta aos rendimentos dos trabalhadores e a “cambalhota grave” nas plataformas. Governo assegurou que não há “retrocessos” no trabalho de plataformas.

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Coube a Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho e da Segurança Social, apresentar a proposta do Governo LUSA/MÁRIO CRUZ

O Partido Socialista (PS) aprovou nesta sexta-feira a proposta de lei do Governo para alterar a legislação laboral no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, com críticas de todos os partidos da oposição. O Bloco de Esquerda (BE) alertou para a “cambalhota grave” no trabalho em plataformas digitais, o PCP lamentou a falta de resposta aos rendimentos dos trabalhadores, enquanto o Livre e o PAN pediram mais ambição. À direita ouviram-se críticas do PSD, da Iniciativa Liberal (IL) e do Chega porque o Governo não procurou um acordo na concertação social.

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