Num jantar “imperial”, a identidade do Brasil discute-se à mesa

Um chef português e um chef brasileiro juntaram-se para recriar um menu inspirado na colecção do imperador D. Pedro II, no antigo Paço Imperial. As comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil são um “encontro de diferenças”.

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Família real no Brasil: D. Pedro II, a sua mulher, Dona Tereza Cristina, e duas filhas, Isabel e Leopoldina Heinrich Fleuiss /wikicommons
Jantar em comemoração do bicentenario da independencia do Brasil e no contexto da 9 edição do Vinhos de Portugal. Foto Fernando Donasci
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Jantar comemorativo do bicentenário da Independência do Brasil no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, recriou os menus imperiais Fernando Donasci
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D. Pedro II e uma das filhas, Dona Isabel Universal History Archive/Universal Images Group/ Getty Images

Não podemos saber, hoje, quais os sabores que enchiam os pratos de D. Pedro II, imperador do Brasil, na primeira metade do século XIX. É um facto que, com espírito de coleccionador, D. Pedro guardou os menus das refeições que lhe foram servidas em muitas viagens e banquetes oficiais, mas a lista de pratos deixa pistas um pouco vagas. Como seriam exactamente as empadas que apareciam com tanta frequência nos cardápios? E a sopa de espargos? Qual era o tipo de espargos mais utilizado? E que carne para o filet?

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