Em Aveiro há um novo espaço com a marca Salpoente e é Clandestino

Restaurante aveirense viu na crise uma oportunidade, abrindo um segundo espaço, com um novo conceito. O Clandestino by Salpoente abriu esta quarta-feira e vai estrear esplanada em breve.

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Não fossem as máscaras a que ainda vamos estando sujeitos – já falta pouco – e a pandemia pareceria uma miragem. O restaurante Salpoente não só resistiu à crise motivada pela covid-19, como até acaba de abrir um novo espaço. Mais moderno, mais urbano e partindo dos pratos e produtos que fizeram sucesso no serviço de entregas lançado durante a pandemia. O Clandestino by Salpoente abriu esta quarta-feira, no Bairro do Alboi, em Aveiro, sob o olhar atento do chef Duarte Eira. Uma das apostas da casa são as pizzas napolitanas, que vêm juntar-se a pratos como a francesinha e o hambúrguer que já faziam parte do menu criado propositadamente para o serviço de entregas.  

É caso para dizer que a crise trouxe uma oportunidade. Obrigado a encerrar portas durante os períodos de confinamento, este restaurante aveirense de fine dining não tardou a reagir, criando novas propostas. Primeiro, surgiu o serviço de take away e entregas, o Executive Express, reforçado, depois, com a transmissão de imagens ao vivo a partir da cozinha, as Kitchen Live, que permitiam aos clientes acompanhar a confecção dos seus pedidos. Propostas que acabaram, então, por evoluir para um novo projecto e com morada própria. “Se não tivesse havido pandemia, a oportunidade não tinha sido criada”, admite Enmanuel Sabino, da gerência.  

Bao Bacalhau para levar
Bao legumes
Brás de Alheira
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Porquê Clandestino? “Porque aqui é servida a comida ‘clandestina’ do Salpoente, pratos que não encaixam no fine dining”, explica Enmanuel Sabino, apontando uma segunda fonte de inspiração: “nunca como nestes tempos de pandemia houve tanto o recurso ao clandestino”.  

Na carta entram propostas como o Bao Rabo de Boi (7,5 euros), Trufas de Alheira (4,5 euros) ou o Carpaccio de Novilho (8 euros), como entradas. Entre os pratos principais, destaque para as várias propostas de Brás, de Bacalhau (11,5 euros), de Alheira (8,5 euros) e de Espargos e Alho Francês (9 euros), bem como para a novíssima aposta nas pizzas (preços a partir de 9 euros) ou a carta de snacks, onde se incluem o Hambúrguer Original (10,5 euros) e a Francesinha à Salpoente (11,5 euros). Para terminar, há Petit Gateau (4,5 euros) e Calzone Nutela (4,75 euros), entre outras tentações doces.  

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Live streaming e esplanada estão para breve  

A carta de bebidas também faz jus ao conceito do Clandestino, com sangria (15 euros), champanhada (17,5 euros), cervejas, sumos e água, mas sem abrir mão de apresentar umas quantas propostas de vinho. Tudo isto sem esquecer as origens: o serviço de take away e delivery mantém-se e, em breve, também passará a contar com sessões de transmissão de imagens a partir da cozinha, recuperando a inovação aplicada no Executive Express.  

Também para curto prazo está prometida a abertura da esplanada, com vista para o jardim da baixa de Santo António. Enquanto isso não acontece, o convite passa por entrar pelo número 3 da Rua Luis Bráz Abreu adentro e escolher entre um lugar ao balcão ou à mesa. 

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Um Naco dr

Aberto das 12h às 15h e das 19h às 22h30, o Clandestino conta com a supervisão do chef Duarte Eira – o responsável máximo pela cozinha do Sapoente fez questão de marcar presença no dia de abertura do novo espaço -, que não abdicará dessa “grande preocupação na selecção de produtos de qualidade e frescura, com fornecedores locais e de proximidade”. João Dias será o chef residente do Clandestino, transitando da equipa do Salpoente.  

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