Livro de Tânia Ribas de Oliveira, em braille, distribuído nas bibliotecas escolares

Exemplares de Manel, o Menino Que Gostava de Comboios, com tradução para braille, vão ser oferecidos nesta sexta-feira a uma biblioteca de Lisboa. Outras se seguirão.

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Para assinalar o Dia do Livro (23 de Abril), a apresentadora de televisão Tânia Ribas de Oliveira leva até à Biblioteca da Escola do Bairro Amador, do Agrupamento de Escolas das Olaias, em Lisboa, exemplares do seu último livro, traduzido para braille pela Associação Promotora do Ensino dos Cegos (APEC). Às 10h, o ministro da Educação, Tiago Brandão, e a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, estarão também presentes na entrega.

“É um grande orgulho para mim que o meu terceiro livro infantil seja agora traduzido para braille e seja entregue às bibliotecas escolares do nosso país”, diz a autora. E acrescenta: “É muito importante que a integração seja efectiva. Todas as crianças têm de aprender a ler, as que vêem e as que vêem de outra maneira.”

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A apresentadora da RTP já escreveu três livros infantis João Portugal

Tânia Oliveira fala da Escola do Bairro Amador como “uma escola de exemplo” e diz que estar lá “com o ministro da Educação, com a secretária de Estado para a Integração, com crianças, com professores e num regime presencial, ao final deste ano, é uma celebração muito bonita do Dia do Livro”.

Uma visita feliz à estação de Santa Apolónia

Manel, o Menino Que Gostava de Comboios, ilustrado por Martina Matos e editado pela Oficina do Livro, é uma história simples e feliz que fala de uma ida à estação de Santa Apolónia e de como a simpatia de um maquinista fez o Manel ainda gostar mais de comboios do que antes. Uma história vivida em família e em que a autora diz acreditar que, quando “há um bebé feliz, há uma casa feliz!”.

Tânia Ribas de Oliveira já editou outros dois livros infantis, As Pérolas das Nossas Crianças (Manuscrito Editora), Tiago, o Menino que Gostava de Cães (7 Dias 6 Noites) e assina o blogue O Nosso T2, para famílias. 

A APEC inaugurou a sua primeira escola, em 1888, em Pedrouços, que viria a transformar-se no Instituto António Feliciano de Castilho, “que foi, em Portugal, a primeira Escola Para Cegos”. Desde 2001 que os estatutos “colocaram a associação ao serviço da integração social, através da concessão de bolsas de estudo, da instituição de prémios, da atribuição de ajudas monetárias para a aquisição de equipamentos especiais, da promoção e colaboração em iniciativas que se identificassem com os fins da associação”, lê-se no site. Terá sido neste âmbito que se associaram à tradução e divulgação do livro.