Portas não levou a Bruxelas alternativas para o programa de ajustamento

Nos encontros realizados esta semana com a Comissão Europeia não foram apresentadas propostas concretas para a flexibilização do défice ou para o programa de corte na despesa.

Portas e Albuquerque estão em contacto com credores
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Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque PÚBLICO

A Comissão Europeia ainda não recebeu qualquer proposta concreta do Governo sobre uma possível flexibilização do programa de ajustamento nem sobre as novas medidas de redução da despesa pública que poderão substituir aquelas que foram chumbadas pelo Tribunal Constitucional.

Paulo Portas, vice-primeiro ministro, e Maria Luís Albuquerque, ministra de Estado e das Finanças, estão desde terça-feira em conversações com as três instituições que compõem a troika de credores internacionais de Portugal - Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI). Nestes encontros, que terminam hoje no FMI em Washington, os dois governantes têm procurado sobretudo sossegar os interlocutores sobre o cumprimento do programa de ajustamento económico e financeiro assumido por Portugal como contrapartida de uma assistência financeira externa.

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