Os Governos de Sócrates e Passos não só tinham margem de manobra negocial com os credores internacionais, como obtiveram com a crise um pretexto para aprovar medidas impopulares. Estas são algumas das conclusões de um estudo de dois investigadores da Universidade Nova.

  • Os Governos de Sócrates e Passos não só tinham margem de manobra negocial com os credores internacionais, como obtiveram com a crise um pretexto para aprovar medidas impopulares. Estas são algumas das conclusões de um estudo de dois investigadores da Universidade Nova.

  • Olivier Blanchard, ex-economista chefe do FMI, defende que a consolidação orçamental em Portugal “deveria ser mais lenta do que dizem as regras europeias”.

  • O PIB irlandês cresceu no primeiro trimestre de 2017 quase 20%. A resposta está no investimento.

  • "Planeamento fiscal" é, na maior parte das vezes, o eufemismo usado para designar esquemas para evitar pagar impostos - esquemas legais e ilegais, mas todos imorais.

  • O que não podemos é meter o programa de ajustamento negociado com a troika na memória de Passos/Portas retirando-o da memória de Sócrates.