O que não podemos é meter o programa de ajustamento negociado com a troika na memória de Passos/Portas retirando-o da memória de Sócrates.

  • O que não podemos é meter o programa de ajustamento negociado com a troika na memória de Passos/Portas retirando-o da memória de Sócrates.

  • Presidente do Eurogrupo diz que houve entendimento em relação ao conteúdo e calendário de novas medidas a implementar em 2019 e 2020. A entrega de mais uma tranche do empréstimo à Grécia está agora mais próxima.

  • Relatório da quinta avaliação pós-programa feita pela Comissão Europeia a Portugal mantém previsões mais pessimistas que o Governo para o défice de 2017.

  • Foi há cinco anos que os brasileiros da Camargo Corrêa compraram a cimenteira portuguesa, depois de ter conseguido convencer o Governo português dos méritos da sua estratégia. Uma operação que teve como cenário a presença da troika em Portugal.

  • Os congéneres de Inglaterra e de Espanha já reconheceram os erros de avaliação sobre o impacto da crise e das medidas de austeridade. Carlos Costa diz que, no que respeita ao Banco de Portugal, "as circunstâncias são diferentes".

  • O governador garante que só percebeu que o BES poderia cair em Julho de 2014, a semanas da resolução. Mas garante que a troika acompanhou a banca desde o início.

  • Não, não é preciso ir aos papéis do Panamá, nem aos do Luxemburgo. Afinal, há papéis em Lisboa que ainda precisam de esclarecimentos. E dos bons.

  • As receitas extraordinárias têm sido o balão de oxigénio de todos os ministros das Finanças, sem excepção. Só que à medida que os anos passam e a dívida do país aumenta – e ela aumentou uns espantosos 9,5 mil milhões de euros só em 2016 –, a situação vai-se agravando de forma dramática.