Dívida Pública

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O esforço terá de ser prolongado e consistente, assegurando que Portugal seja visto como um relapso ocasional e não como um relapso recorrente. Os bons ventos de hoje não existirão para sempre e, parafraseando o primeiro-ministro, Portugal não pode voltar a falhar.

  • O esforço terá de ser prolongado e consistente, assegurando que Portugal seja visto como um relapso ocasional e não como um relapso recorrente. Os bons ventos de hoje não existirão para sempre e, parafraseando o primeiro-ministro, Portugal não pode voltar a falhar.

  • Num país fofinho, cheio de afetos, começou a procissão de saber quem fez mais pela saída do défice excessivo a que os regedores tinham condenado Portugal.

  • Líder comunista lembra a “sangria” dos oito mil milhões de euros anuais de juros para criticar recusa do Governo em renegociar a dívida.

  • A economia portuguesa enfrenta, tal como foi sublinhado pela DBRS na sua última avaliação, quatro desafios importantes: o nível elevado de dívida pública, um crescimento potencial fraco, pressões orçamentais e um endividamento elevado do sector empresarial.

  • Luís Campos e Cunha adverte que a saída do procedimento por défice excessivo é apenas um primeiro passo. “Acabámos de sair dos cuidados intensivos, mas ainda estamos hospitalizados, o que significa que não vamos correr a maratona. ”

  • Agência de notação financeira prevê que défice orçamental continue a descer, mas alerta para constrangimentos da “fraca qualidade dos activos do sector bancário”

  • Nesta hora de regozijo, urge não só recordar o tortuoso caminho que nos permitiu chegar aqui mas também relembrar que ainda há muito trabalho a fazer.

  • Banco central reduziu o valor do reforço das provisões de 480 milhões de euros em 2015 para 200 milhões em 2016, mas diz que "não alterou nos últimos anos a sua política de provisões para riscos gerais"