Mário Rolando: “Temos de nos cumprir porque a vida é rara”

Chega um momento em que a mudança se torna uma urgência, mais nada parece fazer sentido. É isto que une Rui Maria Pêgo, Diana Pereira, Mário Rolando, Inês de Medeiros e Vasco Pereira Coutinho.

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O padeiro em sua casa com os livros que inspiraram a mudança Nuno Ferreira Santos
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Estudou direito, arte, bioquímica e filosofia, antes de ser padeiro Nuno Ferreira Santos
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Mário Rolando com o livro "Pão em Portugal" de Mouette Barboff Nuno Ferreira Santos

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.” A expressão é de Luís de Camões, mas é assim que Mário Rolando inicia a conversa com o PÚBLICO, lembrando que o conceito de mudar de vida não é novidade — já um dos maiores poetas portugueses falava da mudança no século XVI. Estudou Direito, Artes, Bioquímica e Filosofia, mas foi como padeiro que Mário se cumpriu. Aos 53 anos, promete, ainda mudaria de novo e apela a que não se tenha receio de arriscar: “Só nos cumprimos na diversidade. Somos todos pessoanos, com aqueles heterónimos todos.”

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