A extrema-direita não se normaliza sem combate

Se o PCP é hoje um partido “normal”, é porque foi enfrentado e derrotado, nas urnas e nas ruas. A extrema-direita não se “normalizará” por evolução natural.

A anunciada vitória de Giorgia Meloni e da coligação que lidera em Itália reacendeu o velho problema de saber como se lida com o elefante da extrema-direita na sala da democracia. A discussão ganha particular relevância nestes tempos inquietantes. Depois dos primeiros sintomas da emergência do populismo nacionalista, xenófobo e iliberal nos anos de 1990, a democracia europeia foi incapaz de encontrar antídotos para o travar.

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