No Gerês, Cabril exibe tradições e, pelo caminho, dá-nos natureza

Eram paragens de autocarro, agora são também montras para ofícios e actividades tradicionais de Cabril. Um pretexto para atravessar a freguesia e aprender o seu modo de vida, ao mesmo tempo que se descobrem as maravilhas naturais neste canto do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Cabril, serra do Geres
Poio de Cabras em Pincaes com Domingos Goncalves de apelido Freiria�
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Domingo Gonçalves e as suas cabras José Sérgio
Cabril, serra do Geres
Eco rural com Paula Oliveira e o Ciclo do linho
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Paula Oliveira e o ciclo do linho José Sérgio
Cabril, serra do Geres
Cozinha tradicional na casa do Ferral com Jose Miranda
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Cabril, serra do GeresCozinha tradicional na casa do Ferral com Jose Miranda Jose Sergio / PUBLICO
Cabril, serra do Geres
paragem de Chelo�
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Cabril, serra do Geresparagem de Chelo Jose Sergio / PUBLICO
Cabril, serra do Geres
Eco rural com Paula Oliveira e o Ciclo do linho
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Cabril, serra do GeresEco rural com Paula Oliveira e o Ciclo do linho Jose Sergio / PUBLICO
Cabril, serra do Geres
Burro da Sra Maria da Portela�
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Cabril, serra do GeresBurro da Sra Maria da Portela Jose Sergio / PUBLICO
Cabril, serra do Geres
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Cabril, serra do GeresXertelo Jose Sergio / PUBLICO

“Para mim, era um parque temático.” Paula Oliveira viveu os “momentos mais felizes” da sua infância “aqui”, em Cabril, terra da mãe, dos avós maternos. Nasceu em Lisboa e vinha de férias com a avó, que também estava na capital. “Andava sempre com a minha avó”, conta, “visitava as amigas com ela, ajudava no campo com ela”. Fazia, diz entre risos, “muitas cicatrizes, marcas para a vida”. Até o pai “alfacinha” (e “fadista, boémio e gingão”) a uma certa altura se deixou cativar por estas paragens do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). A família mudou-se para Cabril durante uns anos e ele integrou a Trote Gerês - Cooperativa de Ocupação de Tempos Livres, fundada em 1987, já focada na prestação de serviços em alternativa ao turismo de massas, em equilíbrio com o património natural e cultural. Décadas depois, muitas voltas na vida, Paula, 44 anos, haveria de regressar a Cabril e fazer do património natural e cultural da região o seu modo de vida.

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