Covid: “Se não houver um grande impacto hospitalar não é negativo que o vírus continue a circular”

Perante a possibilidade de uma sexta vaga se estar a desenhar em Portugal, especialistas dizem que não há motivo para alarme se o aumento de casos não se reflectir em gravidade da doença e no crescimento dos óbitos por covid-19. “Não nos podemos assustar nestes momentos, o que isto quer dizer é que o vírus circula entre nós. Há momentos em que circula de uma forma mais intensa e momentos em que circula de uma forma menos intensa”, defende Tiago Correia.

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Especialistas dizem que não há motivo para alarme se o aumento de casos não se reflectir em gravidade da doença Matilde Fieschi

O aumento de infecções por covid-19 que se verifica em Portugal, com uma média a sete dias de mais de 15 mil casos diários, não deve implicar um regresso às medidas que eram obrigatórias até ao dia 21 de Abril, defendem quatro dos cinco especialistas ouvidos pelo PÚBLICO em relação à possibilidade de uma sexta vaga no país. Isto se não se verificar um aumento da gravidade da doença, que se traduza em hospitalizações, nem em mortes por SARS-CoV-2, como acontece até ao momento.

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