Bloco reúne-se para retomar “caminhada clara” de oposição ao PS

O voto contra o OE, o receio do Chega, a falta de consistência ou o aparecimento de novos partidos são alguns dos factores que levaram à queda de votos do Bloco de Esquerda, dizem os politólogos. A recuperação é possível, mas de futuro os bloquistas têm de decidir se querem ser um “partido de governação” ou “de protesto”, alertam.

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A IV Conferência do Bloco de Esquerda, convocada em Fevereiro, realiza-se este sábado Ricardo Lopes

Quando este sábado os bloquistas se juntarem para afinar o rumo estratégico para os próximos tempos, terão em cima da mesa o pior resultado dos últimos vinte anos e lições para tirar. Depois de ser parceiro do PS, o Bloco de Esquerda (BE) quer afirmar-se como oposição ao governo de António Costa, sem deitar pela janela fora os tempos da geringonça. Como? Mantendo as mesmas bandeiras, mas captando novos militantes para aumentar a base de apoio e intensificando a actividade partidária, por exemplo, através da luta na rua.

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