Os vinhateiros das periferias e das vinhas esquecidas

Vinhas e lugares esquecidos do país estão a ser redescobertos por uma nova geração de enólogos e produtores. Em comum, têm todos uma grande paixão pelo vinho e uma irreprimível vontade de fazer diferente.

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Pedro Pimentel, Tirado a Ferros (Póvoa de Midões, Tábua) Daniel Rocha
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Alberto Almeida, Vinha das Penicas (Terras de Sicó) Nelson Garrido
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Frederico Machado e Ricardo Alves, Saroto (Planalto Mirandês) Nelson Garrido
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António Madeira, A Centenária (sub-região da serra da Estrela, Dão) Sérgio Azenha
Vinho
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Ricardo Santos, Mestre Daniel (Vila Alva, Alentejo) DR
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Luís Gomes, Giz (Enxofães, Bairrada) DR
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Selvagem (Amarante, Vinhos Verdes) DR
Vinho
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Selvagem (Amarante, Vinhos Verdes) DR
,Vinho madeira
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Diana Silva, Ilha (São Vicente, Madeira) DR
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Vinhas na região Távora-Varosa, onde Luís Leocádio produz os vinhos da marca Titan DR

Nos últimos anos, vários enólogos e produtores abandonaram os tradicionais spots do vinho e começaram a explorar as periferias, lugares com cultura vinícola mas que foram ficando para trás, esquecidos ou abandonados, vítimas da desertificação ou da própria dinâmica do negócio. É um dos mais interessantes e inspiradores movimentos no vinho português de hoje. Uma espécie de contracultura, uma forma de fugir ao normal e de procurar ser diferente num mundo cada vez mais competitivo.