Ariana Grande voltou a Manchester para dizer que o amor é a cura

As receitas do concerto reverteram para as famílias das vítimas do ataque de 22 de Maio, em Manchester.

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Ariana Grande durante o concerto One Love Manchester Reuters/HANDOUT
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Chris Martin, dos Coldplay Reuters/HANDOUT
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Ariana Grande e Miley Cyrus Reuters/HANDOUT
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Pharrell Williams e Miley Cyrus Reuters/HANDOUT
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Ariana Grande Reuters/HANDOUT
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A multidão no campo de críquete de Old Trafford Reuters/HANDOUT
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Robbie Williams Reuters/HANDOUT
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A cantora norte-americana Ariana Grande voltou a Manchester para um concerto de homenagem às vítimas do atentado suicida de 22 de Maio, no final de um concerto da sua digressão. O concerto de beneficência começou com um minuto de silêncio em memória das vítimas do ataque naquela cidade, mas também do atentado da noite anterior em Londres. Depois do silêncio, o concerto deste domingo foi sobretudo marcado por música, lágrimas e mensagens de apoio, força e amor.

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Posted by Ariana Grande on Sunday, 4 June 2017

“Quero agradecer-vos por continuarem unidos e por serem tão fortes”, disse a cantora em palco. “Adoro-vos e acredito que este tipo de amor e unidade que demonstram é a cura de que o mundo precisa neste momento”, defendeu.

As receitas do concerto revertem a favor das vítimas, e continua a ser possível fazer donativos online e através de SMS. A iniciativa fora convocada por Ariana, que rapidamente conseguiu reunir outras tantas estrelas mundiais como Katy Perry, Coldplay, Justin Bieber, Robbie Williams, Liam Gallagher ou Miley Cyrus. Quando a bilheteira abriu na terça-feira, os bilhetes esgotaram em minutos. Foram reservadas 14.200 entradas grátis para quem estava no concerto no dia dos ataques, segundo o Observer. No concerto, que teve a duração de três horas, foi assegurado um reforço de segurança por parte da polícia de Manchester.

As mensagens de apoio também chegavam da parte do público: “Sem medos” ou “Pelos nossos anjos”, lia-se em cartazes. “Não sinto medo nenhum neste momento. Tudo o que sentimos aqui esta noite é amor”, disse o cantor Pharell Williams. Depois dos ataques de Londres neste sábado à noite, ainda se especulou se o concerto no qual estiveram dezenas de milhares de pessoas – o espaço tinha uma capacidade máxima de 50 mil pessoas e estava repleto – iria ser cancelado, mas o manager da cantora afirmou logo que os planos se mantinham. “Temos o sentido da responsabilidade de honrar os que morreram, ficaram feridos, foram afectados. Planeamos honrá-los com coragem, determinação e força contra o medo", disse.

Os donativos feitos revertem ainda para um fundo de emergência da Cruz Vermelha britânica, que ajudará a responder aos ataques de Londres e Manchester mas que também garantirá ajuda financeira a quem possa vir a ser vítima de terrorismo. Antes do concerto, já tinham sido angariados mais de sete milhões de euros.

Ariana Grande, muito popular entre o público infantil e adolescente, visitou antes do concerto algumas crianças que estavam no hospital e partilhou fotografias na sua conta de Instagram, seguida por 107 milhões de pessoas.

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