• Banco público teve um prejuízo histórico de 1859 milhões no ano passado para limpar o balanço e só vai voltar aos lucros em 2018.

  • Nuno Amado admite que o banco vai continuar a fazer rescisões por mútuo acordo.

  • O presidente do BCP, Nuno Amado, disse hoje que os investidores que participaram no aumento de capital do banco vão ser "recompensados a prazo" e destacou que parte importante da entidade continua a pertencer a accionistas portugueses.

  • Imparidades aumentaram significativamente, totalizando 1,6 mil milhões de euros. Lucros recuaram em mais de 200 milhões face a 2015

  • Em Junho, a hipótese de dividir o Novo Banco entre os dois maiores contribuintes do Fundo de Resolução foi logo afastada pela sua complexidade e elevados custos.