O mundo é cor-de-rosa: uma exposição de NFT (Vhils incluído) num museu “real”

O Moco, que em 2016 nasceu no quarteirão dos museus de Amesterdão, é um museu diferente: tem um público notoriamente jovem, os nomes mais chamativos das artes visuais (Banksy, Warhol) e, agora, a primeira galeria da Europa exclusivamente dedicada à criptoarte.

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Hortensia Chair (2021), do argentino Andrés Reisinger, em versão NFT DR
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Hortensia Chair, design de Andrés Reisinger e Júlia Esqué Cortesia do Moco Museum

Como é uma exposição de NFT num museu normal, físico, que não vive online nem se baseia na tecnologia blockchain? É colorida, em movimento, a cheirar a fresco, apontando ao futuro. the New FuTure, assim mesmo num jogo com minúsculas e maiúsculas se chama o primeiro espaço expositivo da Europa dedicado exclusivamente ao “fenómeno NFT”. Ocupa o piso superior do Moco, um “museu independente” (ou seja, privado) de Amesterdão, e entre as muitas obras que inclui está um Vhils que transforma a técnica mais reconhecida do artista português num mergulho na tridimensionalidade, mediada por um ecrã. Tudo em fundo rosa.

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