Filhos roubados — “Rapto parental”

“Escrevo isto no dia dos meus anos. Quase 16h, a minha filha ainda não me deu um toque telefónico, sequer. Tenho sido só eu a iniciar as chamadas ao longo destes cinco meses, mas tem sido cada vez mais difícil porque está constantemente a ser manipulada, direta ou indiretamente.”

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Quando a separação resulta em alienação parental pbc pedro cunha

Este é mais um testemunho real de um pai, João (nome fictício), sobre a angústia, a dor e o desespero decorrentes do crime de subtração da filha menor, Ana (no que comummente chamamos “rapto parental”), uma das formas mais graves de alienação parental que ocorre independentemente da situação económica, estatuto social, formação académica, etnia ou religião, sendo transversal a toda a população.

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