A Viagem Medieval volta à Feira e com entrada gratuita para crianças e jovens

Em 2019. recebeu cerca de 700 mil visitantes. Após dois anos de pausa, volta a festa: a Viagem Medieval realiza-se de 3 a 14 de Agosto com recriações históricas, espectáculos, tabernas e mercados.

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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira Nelson Garrido
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira Nelson Garrido
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira PAULO PIMENTA
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira PAULO PIMENTA
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira PAULO PIMENTA
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira PAULO PIMENTA
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira PAULO PIMENTA
Viagem Medieval em Terra de Santa Maria
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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira PAULO PIMENTA

A Viagem Medieval de Santa Maria da Feira arranca a 3 de Agosto e, após dois anos de interregno devido à pandemia, aposta em novas propostas infanto-juvenis, garantindo entrada gratuita às crianças e jovens que residem no município.

Promovida por aquela autarquia do distrito de Aveiro e organizada pela empresa municipal Feira Viva, a 25.ª edição do evento está orçada em 1,5 milhões de euros, vai decorrer até 14 de Agosto e ocupará 33 hectares do centro histórico da cidade com espectáculos, tabernas e mercados, para assim recriar os tempos da Primeira Dinastia – cobrindo em 12 dias nove reinados do período entre 1143 e 1383.

“Depois de tanto tempo sem Viagem, queremos que a edição deste ano volte a unir toda a gente e a entrada gratuita para as crianças do concelho é uma forma de cultivar o sentimento de pertença ao território, reforçando a ligação dos mais novos à terra através daquele que é o seu evento de referência”, declara à Lusa o presidente da Câmara da Feira, Emídio Sousa.

Com entradas diárias a preços dos 0 aos 5 euros e pulseiras livre-trânsito que variam entre os 8 e os 10 consoante a respectiva data de aquisição, a Viagem de 2022 passa a ser de acesso livre para todas as crianças e jovens que residam no concelho de Santa Maria da Feira e que frequentem até ao 9.º ano de escolaridade, independentemente do município onde estudem.

Só nos jardins-de-infância e escolas da rede pública e privada do concelho, a Câmara já distribuiu 12.360 pulseiras, mas quem frequentar estabelecimentos de ensino noutros municípios tem direito ao mesmo livre-trânsito, bastando para isso que o levante na Loja Interactiva de Turismo da Feira -- mediante a apresentação dos cartões de cidadão do estudante e encarregado de educação, e os comprovativos de residência e matrícula escolar.

As novas propostas para o público infanto-juvenil ficarão disponíveis junto à recém-criada ecovia das Guimbras, estendendo-se desde a zona onde já antes estava instalada a “Granja dos Animais” para a floresta mais a Poente, em direcção à Escola EB 2-3 Fernando Pessoa. Dessa forma, crianças e jovens beneficiarão de “mais sombra” e também da frescura associada à proximidade do rio.

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Viagem Medieval, Santa Maria da Feira nelson garrido

Entre essas novas áreas temáticas inclui-se “Era uma vez a Primeira Dinastia”, palco de um espectáculo pago de 30 minutos com quatro encenações diárias para contar a história dos primeiros reis de Portugal, e o “Terreiro dos Infantes”, envolvendo uma mostra gratuita de ofícios ligados ao quotidiano medieval e às lides da guerra – entre os quais a tinturaria, as artes de escrita e iluminura, e o fabrico de cotas de malha.

O espaço habitualmente ocupado pelo “Treino dos Escudeiros” vai igualmente ser reconfigurado com novas actividades, como o lançamento de ferraduras, o circuito de arvorismo e o jogo do galo.

Este ano, a organização do evento que em 2019 recebeu cerca de 700.000 visitantes optou por também redefinir a posição de outras áreas temáticas, de forma a viabilizar espaços mais amplos e abertos. Isso significa, por exemplo, que o Largo do Rossio deixará de ter restaurantes e que, tanto à zona infantil como às tabernas atrás das Piscinas Municipais, se passará a poder aceder pelo lugar do Carvalhal e pela nova ciclovia ao longo do rio Cáster.

“O espírito é o mesmo, mas assim garante-se uma circulação mais fluida nos circuitos alimentares e facilita-se o acesso às zonas verdes”, conclui Emídio Sousa.

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