Na era dos tweets, a diplomacia regressa às cartas de papel

Parei na troca de cartas entre Washington e Moscovo sobre a Ucrânia. Não me lembro da última vez que vi uma dança de cartas pública, dançada em cima do palco e com a cortina aberta.

Não tem graça nenhuma ver a Europa a preparar-se para uma Primavera com guerra. Há movimentos de tropas todos os dias e todos avisam que a ameaça “é real”, que a situação “é muito perigosa” e que os estilhaços vão chegar a Portugal.

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