O controlo do Espaço vai ser “uma área de negócio fundamental”

Dos encontros entre colegas para um café no espaço virtual à combinação mais inteligente das vantagens da globalização com modos de vida locais, 2022 deixar-nos-á mais expostos aos ataques cibernéticos e à luta entre países pela militarização do Espaço. Eis a sociedade ciberfísica em que viveremos mais intensamente no ano três da pandemia, segundo o investigador e ex-presidente do INESC, José Tribolet. Primeira de uma série de cinco entrevistas.

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RUI GAUDÊNCIO

Numa sociedade que o 5G vai deixar completamente wired, as disrupções motivadas por ataques cibernéticos vão começar a fazer parte do nosso dia-a-dia. Para José Tribolet, fundador e ex-presidente do INESC – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, o alinhamento das potências mundiais para a guerra cibernética não é uma previsão, é já uma realidade que se “vai intensificar em 2022”. Um ano que deverá ficar marcado pelo arranque da estação espacial chinesa e em que andaremos mais ou menos distraídos com o marketing do turismo espacial.

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