A ópera tirou Ana Seara da “solidão” de compor

Uma nova obra da compositora portuguesa, Até que a morte nos separe, estreia-se esta sexta-feira no Operafest. Uma produção “cinematográfica”, um thriller de conflitos interiores, com Nicholas Ray à espreita.

cultura,bertolt-brecht,opera,culturaipsilon,museu-nacional-arte-antiga,musica,
Fotogaleria
Até que a Morte nos Separe baseia-se no conto homónimo de Ana Teresa Pereira RUI GAUDÊNCIO
cultura,bertolt-brecht,opera,culturaipsilon,museu-nacional-arte-antiga,musica,
Fotogaleria
O maestro Jan Wierzba dirige esta ópera à frente do ensemble mpmp RUI GAUDÊNCIO
cultura,bertolt-brecht,opera,culturaipsilon,museu-nacional-arte-antiga,musica,
Fotogaleria
Nesta ópera circular em que passado e presente se perseguem o próprio cenário é uma plataforma giratória RUI GAUDÊNCIO

Ana Seara é uma compositora irrequieta, à procura de novas formas para a apresentação da sua música. “Estou muito interessada em novos formatos e em trabalhar com pessoas de outras artes. A ópera permite-me isso”, diz ao PÚBLICO esta jovem compositora com grande actividade na última década e meia. Parece natural a sua intensa aproximação à ópera nos últimos tempos.