Tiago Antunes: “A Constituição não pode ser uma moeda de troca”

Acredita que o Orçamento do Estado para 2022 vai ser viabilizado pelo PCP e pelo BE e que se repetirá o que “foi possível no passado”, tanto mais que o país está “a procurar sair de uma crise económica e social grave”. Já em relação à coabitação entre Presidente e primeiro-ministro considera que ambos mantêm “exactamente” o “mesmo tipo de relação”, que é “bastante profícua”.

Tiago Antunes é secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro
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Tiago Antunes é secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro Daniel Rocha
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Tiago Antunes é secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro Daniel Rocha
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Tiago Antunes é secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro Daniel Rocha
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Tiago Antunes é secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro Daniel Rocha

O secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Tiago Antunes, considera que “a oposição absolutamente não tem respostas, não tem soluções” para os problemas para os quais os portugueses procuram respostas num momento de crise económica e social provocada pela pandemia. Classifica a oposição como um deserto de ideias”. E centrando-se no PSD, critica este partido por anunciar um projecto de revisão constitucional sem o divulgar e questiona: “Porque é que não mostra o seu projecto se o tem feito? O que é que os eleitores não podem ver antes de votar? Qual é a agenda escondida do PSD em matéria constitucional?”

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