Vento Norte, a série da RTP em que os ares da ditadura e dos loucos anos 1920 sopram de Braga

Estreia-se esta quarta-feira a nova ficção histórica da estação pública, que custou cerca de dois milhões de euros e recua até ao golpe militar de 1926 e suas raízes. Os Mello são a sua Família Bellamy. “Esta é uma série sobre o Norte.”

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Almeno Gonçalves e Natália Luíza RTP
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RTP
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Uma cena com o então desporto emergente, o futebol RTP
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A família Mello RTP
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Bastidores da filmagem de "Vento Norte" RTP

As conversas de café e os relatos de futebol têm que se lhes diga. É que a ouvi-los pode estar um actor que se fará produtor de uma série histórica ambiciosa para a televisão, ou um argumentista que se encanita com a associação entre a selecção nacional e o golpe militar que daria origem ao Estado Novo e que se juntará à criação de Vento Norte, em estreia esta quarta-feira na RTP1. Era Almeno Gonçalves que tomava o pequeno-almoço no café, saboreando a relativa ignorância nacional sobre as raízes da ditadura. Agora, protagoniza, produz e cria com o argumentista e ouvinte de relatos de futebol João Lacerda Matos e com o realizador João Cayatte uma série sobre uma família num momento histórico de charneira. “Fizemos com que Portugal por momentos se centrasse naquela casa”, diz o actor ao PÚBLICO sobre o solar dos Mello, uma espécie de Família Bellamy em Braga.

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