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Jorge Coelho: um “político carismático”, um “amigo”, uma “força da democracia”

O ex-ministro e dirigente socialista Jorge Coelho morreu esta quarta-feira à tarde, aos 66 anos, numa habitação na Figueira da Foz, na sequência de doença súbita. 

Adriano Miranda
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Adriano Miranda

Jorge Coelho, ex-ministro e dirigente socialista, morreu esta quarta-feira, 7 de Abril, à tarde, aos 66 anos, numa habitação na Figueira da Foz, na sequência de doença súbita. Ministro em dois governos de António Guterres, Jorge Coelho ficou definitivamente associado à queda da ponte de Entre-os-Rios, que o levou a pedir a demissão, alegando que “a culpa não pode morrer solteira”.

Políticos, ex-políticos e outros que se cruzaram com Jorge Coelho recordam-no como "um político carismático", como referiu o antigo líder do PSD, Luís Marques Mendes, mas, acima de tudo, como um amigo e camarada, como disseram António Costa, Carlos César (presidente do PS) e António José Seguro (ex-secretário-geral do PS).

Ferro Rodrigues lembrou Jorge Coelho como “uma força da democracia, do PS, de jovialidade, de simpatia, de bom trato, de engraça” e como “uma máquina política” e um “grande sportinguista”.

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