Três empresas portuguesas investigadas em processo ligado a rede de tráfico de pessoas

Dezenas de outras sociedades agrícolas fizeram contratos de trabalho com os dez arguidos e as suas empresas criadas como “embuste de legalidade”. Os acusados começam esta terça-feira a ser julgados no Tribunal de Beja. As 58 vítimas vieram para Portugal trabalhar na apanha da azeitona. Antes, outras como elas fizeram denúncias na GNR e depois fugiram.

Foto
Miguel Manso

Duas empresas de Beja e uma de Santarém estão a ser investigadas no âmbito de um processo mais vasto de exploração laboral e tráfico de vários cidadãos romenos e moldavos aliciados nos seus países para a apanha da azeitona em Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja.

Sugerir correcção