• Busto identificado como representando Júlio César e uma pintura Ecce Homo do século XV estão entre as peças mais relevantes da instituição alentejana.

  • A cabeça em mármore que Beja guardou durante 117 anos sem saber quem tentaria retratar reúne “todas as características” que o biógrafo romano Suetónio associou a Júlio César: “rosto um pouco cheio e olhar vivo e calvo, mas para disfarçar puxava para a testa os poucos cabelos que ainda tinha”.

  • Músicos, grupos corais, coro de câmara, crianças e jovens das escolas vão cantar uma moda que retrata a revolta da população pela má qualidade do comboio que serve a região.

  • Dispositivos de combate ao fogo apresentados em Faro e em Beja.

  • João Rocha tenta segundo mandato em Beja, depois de ter liderado a autarquia de Serpa entre 1979 e 2012.

  • A festa das Maias é um dos rituais mais expressivos do culto religioso da Roma antiga, associada à Primavera e à fertilidade que se comemora em Beja como há 2000 anos.

  • Os homens que o construíram tinham uma visão bem diferente do mundo e atravessavam grandes mudanças. Os fossos e artefactos que deixaram guardam muita informação. Desenvolver a agricultura não deve impedir a sua preservação.